terça-feira, 9 de março de 2010
TRANSPORTADORAS TURÍSTICAS APROVAM CRIAÇÃO DA CPETUR
Instituída pela Lei 13.560/2009, a criação da Companhia Paulista de Eventos e Turismo (CPETUR), braço executivo da Secretaria Estadual de Turismo, foi recebida com entusiasmo pelos representantes da FRESP - Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo. “A companhia trará um grande avanço para o turismo do Estado de São Paulo. Em princípio a CPETUR fará, em nível estadual, um trabalho semelhante ao que o São Paulo Convention & Visitors Bureau faz para a cidade de São Paulo”, comenta Regina Rocha, diretora executiva da entidade de fretamento.
Para a FRESP a nova organização irá promover a articulação entre os diversos órgãos governamentais com o objetivo de melhorar e ampliar a infraestrutura turística paulista, oferecendo nova estrutura ao setor, trazendo mais agilidade e rapidez.
A nova companhia tem como objetivo consolidar a imagem do Estado de São Paulo como destino turístico de referência. Também deve promover o desenvolvimento econômico e social do setor turístico e tornar-se modelo de mercado. Seu foco é ser uma empresa enxuta, mas, sendo parte integrante da Secretaria Estadual de Turismo, terá todas as condições de ser eficiente em sua missão de fomentar o turismo da região paulista.
A FRESP espera que a CPETUR tenha uma grande área de atuação dentro do Estado de São Paulo, operacionalizando as políticas públicas de turismo, desenvolvendo projetos e criando mecanismos para o fomento do turismo. Sua missão será planejar, pesquisar, e distribuir informações sobre o turismo do Estado. Caberá a companhia elaborar o inventário da oferta turística, promover ações de capacitação para o turismo, além de implantar um portal sobre o turismo do Estado de São Paulo. Também deve promover um Programa de Regionalização, produzindo vários eventos estaduais estratégicos para o turismo do Estado de São Paulo. Está em sua pauta a coordenação das ações para a Copa 2014 em São Paulo.
Luciane Leite, presidente da Companhia Paulista de Eventos e Turismo – CPETUR, explica a importância do turismo para o Brasil, especificamente para São Paulo. O turismo é uma atividade econômica de grande relevância para o estado de São Paulo e corresponde a 43,8% do faturamento com turismo no Brasil. Existem no estado 67 municípios classificados como Estância, 300 municípios com potencial turístico e mais de 40 roteiros turísticos; dentre os 30 destinos turísticos mais visitados do Brasil, 5 estão no Estado: Capital, Praia Grande, Ubatuba, Caraguatatuba e Santos.
Regina Rocha, que esteve presente no evento de apresentação da CPETUR, diz que ficou bastante satisfeita coma criação da nova agência: “Gostei principalmente do incentivo ao turismo rodoviário, prometido por Luciane Leite, diretora da companhia. Manifestei então a importância do turismo rodoviário num Estado com a melhor malha rodoviária do país”, complementa.
“O apoio da FRESP no que diz respeito ao transporte turístico é muito importante para que possamos desenvolver ainda mais o turismo de nosso estado”, afirma Luciane Leite.
A ação principal da CPETUR será identificar as potencialidades turísticas do Estado de São Paulo, definir regiões turísticas, identificar produtos, mercados-alvo a serem trabalhados, definir estratégias de atuação em termos de promoção turística, atração de investimentos, capacitação de recursos humanos, estruturação das instâncias de governança regionais e municipais.
“Com todos esses objetivos e ações traçadas, esperamos ter um bom retorno para o desenvolvimento do turismo no Estado, com melhor direcionamento das ações estratégicas e transparência nas negociações com aos outros órgãos, entidades e empresas”, revela a diretora da FRESP.
Escrita por Angely Biffi
Link Comunicação
quarta-feira, 3 de março de 2010
GPS EM ÔNIBUS DE FRETAMENTO ENCARECERÁ O SERVIÇO, DIZ SINDICATO.
Com a publicação da Portaria municipal sobre a instalação dos GPS em ônibus de fretamento, ocorrida em 11 de fevereiro último, 400 veículos que realizam o transporte de colaboradores para 156 empresas dentro da ZMRF terão que cumprir a determinação da Secretaria Municipal de Transportes de instalar um localizador especial de dados em cada veículo.
Apesar das dificuldades para adaptação às novas normas em curto prazo, Jorge Miguel dos Santos, diretor executivo do Transfretur, acredita que o melhor é se adequar a legislação que já foi decidida. “Não cumprir a lei é ser imprudente”, reflete. “Uma vez publicada a Portaria, a solução para as empresas prestadoras de transporte por fretamento é buscar alternativas de melhores produtos e preços, dentro da especificação imposta pela Prefeitura, para que consigam se preparar no prazo estimado de 60 dias”.
Para o diretor do Transfretur, a definição do tipo de aparelho a ser colocado nos ônibus já era esperado, apenas não se sabia quando sairia a aprovação para o início da utilização dos equipamentos. “O problema maior é o prazo insuficiente para que todas as empresas consigam conhecer, pesquisar preço e instalar o equipamento”, afirma Jorge. De acordo com o representante das empresas de fretamento, a Prefeitura de São Paulo exagerou no quesito de restrição.
“Esses equipamentos especiais, que se comunicam aos radares da CET, custarão em média entre R$ 2.500 e R$ 3 mil. Assim como a ampliação do trajeto encareceu nosso custo em 12%, a instalação dos GPS, com certeza, encarecerá o serviço aos contratantes. A Prefeitura está gerando mais custos desnecessários na operação deste tipo de transporte”, avalia Jorge Miguel, que também é economista com especialização em formação de preços.
Entenda o caso
Em julho do ano passado a Prefeitura instituiu a Zona Máxima de Restrição aos Fretados (ZMRF), um perímetro de 70 km quadrados no centro expandido da Capital. Nele, os ônibus de fretamento não podem circular entre 5h e 21h. Nesse período só podem entrar na ZMRF os veículos que possuam Autorização Especial de Trânsito (AET).
Na ocasião, houve revolta dos usuários, rejeição de 73% da população e repúdio da ZMRF pelos empresários e sindicalistas às restrições impostas.
Em agosto de 2009, a Câmara Municipal de Vereadores encaminhou o Projeto de Lei nº 512/09, sobre a atividade de fretamento no município de São Paulo, para a sanção do prefeito Gilberto Kassab (DEM). O PL se transformou na Lei nº 14.971/2009, mantendo a Zona Máxima de Restrição aos Fretados.
Agora, em 11 de fevereiro de 2010, a Secretaria Municipal dos Transportes de São Paulo publica Portaria, no Diário Oficial do Município de São Paulo, determinando a instalação de GPS em veículos de fretamento.
Segundo a Portaria, os fretados que circulam em São Paulo rotineiramente têm 60 dias, a contar da data de sua publicação, para instalar um GPS especial de localização. A justificativa é possibilitar à Prefeitura acompanhar, em tempo real, o posicionamento dos veículos cadastrados para transporte de passageiros na Capital. A obrigatoriedade faz parte das medidas definidas em agosto do ano passado pela Secretaria de Transportes.
Cada veículo terá que instalar um sistema de comunicação (GPS) que permita o tráfego de dados em tempo real com a Central da SMT. O sistema de comunicação deve ter capacidade para transmitir os dados obtidos pelo Módulo de Identificação e Localização (horário, posição e identificador do veículo), informações de sensores instalados e de mensagens no formato texto em intervalos configuráveis e de forma comprimida (compressão de dados).
Com a instalação do GPS, as empresas de fretamento deverão informar on line ao sistema da Prefeitura, as saídas e chegadas nos pontos de embarque e desembarque. A obrigatoriedade do localizador, alega a Portaria, também vai impedir que se façam outros tipos de serviço fora do que foi apresentado no plano de operação dos veículos.
As empresas que não estiverem adequadas terão de pagar multa R$ 2.500 por veículo considerado irregular e ainda correm o risco de perder o Termo de Autorização (TA) e o Certificado de Vínculo ao Serviço (CVS). Sem eles, o transporte por fretamento não pode circular na cidade.
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TRANSFRETUR (www.transfretur.org.br)
Fundado há 15 anos, o Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento para Turismo da região metropolitana de São Paulo (Transfretur) iniciou suas atividades congregando 49 empresas; atualmente são 100 empresas associadas.
O objetivo é divulgar a importância do segmento e concomitantemente formar os empresários associados no sentido da profissionalização e da busca da qualidade cada vez maior na prestação de serviço, compreendendo a importância e implementando cursos que atinjam também os funcionários, credenciando as empresas à disputa de um mercado mais competitivo e exigente em relação ao padrão dos ônibus e também à condução destes pelos motoristas.
Por meio da inserção em várias instâncias de debate sobre o transporte coletivo entidades públicas têm tomado conhecimento da realidade do segmento e percebido o ônibus fretado como alternativa viável ao transtorno gerado pela, cotidianamente, maior utilização do veículo particular e dos inúmeros congestionamentos – praticamente - incorporados à vida dos paulistas e paulistanos.
FRESP (www.fresp.org.br)
Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo.
Entidade sindical de grau superior, a FRESP foi criada em 1994, com o objetivo de agrupar, representar, coordenar, proteger e estimular o aprimoramento das atividades de transporte de passageiros por fretamento.
A FRESP congrega 7 sindicatos regionais, que por sua vez têm 380 empresas associadas. São eles: SETFRET - Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento de Sorocaba e Região; SINFRECAR - Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento de Campinas e Região; SINFREPASS - Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento de Ribeirão Preto; SINFRESAN - Sindicato das Empresas de Passageiros por Fretamento de Santos; SINFRET - Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de São Paulo; SINFREVALE - Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento da Região do Vale do Paraíba e TRANSFRETUR - Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros e Turismo de São Paulo.
No Estado de São Paulo existem 15 mil veículos de fretamento e. gera 30 mil empregos diretos e 60 mil indiretos. O setor movimentou em 2009 cerca de R$ 2,82 bilhões. No Brasil 4.900 empresas de fretamento são cadastradas junto à ANTT para viagens interestaduais e internacionais.
Escrita por Angely Biffi
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Vans ou ônibus fretado?Qual a melhor opção para sua segurança?
Em todo o Estado de São Paulo, assim como em todo o país, existem diversas empresas que prestam serviços de transportes, mas o problema é saber qual empresa é confiável, qual lhe levará para seu destino com segurança, qual empresa zela pelos seus clientes.
Muitas empresas que fazem esses serviços de turismo, em especial, se forem feitas por vans, são empresas irregulares, clandestinas, existe também, as vans que prestam serviço para grandes empresas e que podem ser usadas com toda comodidade e segurança. No entanto, é preciso tomar cuidado e saber a procedência da empresa da qual você vai comprar o serviço.
Na maioria dos casos, quando acontecem acidentes na estrada com vans, são sempre vans clandestinas, que não dão nenhuma garantia a seus passageiros, a maior parte delas, nem possuem uma empresa a qual o cliente possa recorrer, pois as vans são dos próprios motoristas.
Motoristas que muitas vezes também estão com seu documento de habilitação vencido, assim não tendo a permissão para dirigir, outros até que possuem a habilitação, mas não a correta para tal automóvel. Alem disso, existem ainda outros problemas, como por exemplo, o limite de velocidade que a grande parte não respeita, pois não se preocupam em levar multas e muito menos se preocupam com a vida de quem estão em guiando. Outro ponto é o fato de levarem mais passageiros que o permitido.
Por exemplo, um micro-ônibus com capacidade mínima para 21 pessoas podem fazer o transporte de passageiros entre cidades de Estados diferentes. Vans e outros veículos com capacidade menor só podem realizar viagens entre municípios dentro do mesmo Estado e com autorização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Entre as vantagens de contratar o serviço de empresas de ônibus por fretamento está o custo-benefício.
Devido a tantos problemas que ocorre com vans, a melhor opção é contratar empresas de ônibus de serviço de fretamento. São varias as razoes para usar o ônibus fretado, entre elas, é uma das melhores formas (custo benefício) de transporte para ir ao trabalho, para viajar; as empresas se preocupam com a segurança e bem estar dos passageiros; as empresas são totalmente legalizadas pela prefeitura de SP.
Desta forma, as empresas regularizadas cumprem as exigências que lhes são transmitidas para garantir uma viagem rápida e segura para seus usuários, assim, velocidade, trajeto e quantidade de pessoas são algo primordial para que essas empresas continuem trabalhando, assim como o registro de seus profissionais também tem que estar em dia, alem disso estes motoristas de empresas oficiais estão sempre em curso para melhor se adequarem as necessidades da empresa e do cliente.
E agora com a nova Lei Estadual do Fretamento do Estado de São Paulo que esta para ser sancionada pelo governador Serra, as regras e a segurança do transporte de fretamento só tem a ganhar em qualidade e bom atendimento.
Regina Rocha, diretora executiva da FRESP - Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo, acredita que a nova Lei Estadual do Fretamento venha dirimir problemas do transporte clandestino de passageiros e em especial por locadoras de veículos, que prestam irregularmente o serviço de fretamento, pois facilitou muito o ingresso no sistema.
Se sancionada pelo governador Serra como está a nova Lei trará um novo panorama no setor. Somente poderão operar os serviços de fretamento, os transportadores que estiverem devidamente registrados, para esse fim específico, nos órgãos públicos competentes, com dedicação exclusiva a atividade de fretamento, justifica Regina.
Sendo assim, fica evidente que a melhor opção para todos os passageiros que querem conforto, profissionalismo, eficiência, comodidade e segurança devem optar por empresas devidamente cadastradas em fretamento de ônibus.
Escrita por Angely Biffi
Link Comunicação
INSTITUTO OSWALDO CRUZ (IOC) IMPLANTA SOFTWARE DA NEVOA NETWORKS
O desafio: implantar um sistema capaz de trabalhar com grandes arquivos de dados
O Instituto Oswaldo Cruz (IOC), da Fiocruz, tinha como objetivo a implantação de um sistema capaz de oferecer 36 terabytes iniciais e que pudesse ser expandido em até 120 terabytes, à medida que fosse necessário.
O desafio era montar uma infraestrutura que trabalhasse com grandes arquivos de dados, boas velocidades de acesso, que oferecesse segurança aos dados hospedados e que pudesse ser incrementada à medida que a demanda por espaço aumentasse.
O IOC atua nas áreas de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação e na prestação de serviços de referência para diagnóstico de doenças infecciosas e genéticas e controle de vetores, amparado pela ação de comissões internas responsáveis por garantir os padrões de biossegurança, de qualidade e de gestão ambiental. O IOC também mantém coleções científicas de importância nacional e internacional e forma cientistas e técnicos por meio da atuação na educação profissional e de pós-graduação.
As demandas geradas pelo Instituto justificavam a iniciativa de um sistema de armazenamento desse porte. Os arquivos internos do IOC ocupam espaços considerávels, por isso a preocupação com a capacidade de storage nos hardwares.
“Muitas empresas oferecem softwares para armazenar quantidades grandes de arquivos, mas achamos a solução da Nevoa Networks excelente”, relembra Gilberto Ferreira da Silva, gerente de Tecnologia da Informação do Instituto Oswaldo Cruz.
A solução: adotar o produto Nevoa Cluster ofertado pela Nevoa Networks
A Nevoa Networks ofertou ao Instituto Oswaldo Cruz seu sistema Nevoa Cluster, solução para infraestruturas de armazenamento de grande porte . O Nevoa Cluster foi configurado para atender a necessidade inicial de 36 terabytes. Com 13 servidores de 1U (“Unidade de Rack, significa a altura que o servidor mede - cada unidade de rack é:
O Nevoa Cluster é baseado no Nevoa Storage System, aplicativo de virtualização de armazenamento da Nevoa Networks. Usando a tecnologia da Nevoa Networks, a expansão é bem facilitada, mas sempre vai requerer a agregação de novos módulos de hardware, ou seja, o IOC pode aumentar seu armazenamento para 120 terabytes ou mais, desde que inclua novos módulos para storage.
Com o Nevoa Cluster, todo o rack, instalado no IOC com 13 servidores, foi configurado para ser apresentado como um dispositivo de rede único, através do qual, todo o espaço disponível de 36 terabytes pode ser utilizado pelas aplicações do cliente.
“Tivemos que encontrar uma solução para o nosso melhor desempenho. Dessa forma, junto com o sistema que a Nevoa implantou, usamos também um software livre I-SCSI e assim conseguimos um serviço muito bom e com um custo barato perto da concorrência”, festeja Gilberto Ferreira da Silva.
Segundo ele, os volumes foram criados para aplicação de políticas de espelhamento. A conectividade Ethernet agregada do sistema chega até 26 Gigabits por meio da consolidação das placas de rede de todos servidores.
O benefício: preço, rapidez e tecnologia de ponta
A equipe da Nevoa Networks conseguiu montar o rack, instalar o Nevoa Cluster nos hardwares existentes em tempo recorde: apenas uma semana. Enquanto isso, em treinamento especializado, os técnicos do IOC passaram a ter contato com a tecnologia de virtualização que a Nevoa oferece.
O sistema Nevoa Storage System é um produto que integra vários hardwares e consegue armazenar grande quantidade de dados e é esta tecnologia que rege o Nevoa Cluster.
Escrita por Angely Biffi
Link Comunicação
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Locar veículo com motorista pode ter implicações trabalhistas para o contratante
Toda empresa quer rapidez e eficiência quando contrata o serviço de um terceiro, mas além desses dois pontos, é necessário observar se você também contará com segurança física e jurídica, tranquilidade e bons profissionais a seu dispor.
A empresa que está contratando o serviço de transporte para seus funcionários deve ter em mente que está trabalhando com vidas humanas, que essas pessoas têm sonhos e famílias. Elas querem e precisam trabalhar, mas também desejam ser levadas em seus trajetos com a certeza de que chegarão a salvo na empresa ou em suas casas, para continuarem almejando sempre algo melhor para seu futuro profissional e pessoal.
Sendo assim, alguns cuidados precisam ser tomados ao escolher a empresa de fretamento que vai trabalhar com sua empresa. Outro ponto a ser observado ao contratar uma locadora para fazer transporte são as implicações trabalhistas que o contrato de locação pode trazer ao contratante.
É comum essas locadoras terceirizarem os serviços do motorista ou contratarem profissionais autônomos. Cuidado se a mão-de-obra fornecida por empresas locadoras for dessa natureza ou por cooperativas de serviços múltiplos. A segurança jurídica é fundamental nessas contratações. Também existe a corresponsabilidade entre as empresas contratantes e contratadas na aplicação de todas as normas de Segurança, Saúde e Meio Ambiente específicas para esse tipo de atividade.
Podemos citar o exemplo, do caso da Vale, que inocentemente contratou uma locadora de veículos para transportar seus funcionários e acabou se envolvendo num processo trabalhista. Um motorista autônomo prestava serviços fazendo o transporte de empregados em veículo próprio. Não existia entre ele e a Vale nenhum vínculo direto, pois o que havia sido contratada era a locação de veículo com o motorista. Esse recebia pela locadora por hora e por quilometragem rodada.
A Justiça do Trabalho, ao defrontar com as reclamações desses prestadores terceirizados, tem invariavelmente decidido favoravelmente ao reclamante. Eis porque é de fundamental importância se ater ao cumprimento das regras trabalhistas.
A FRESP – Federação das Empresas de Transporte de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo indica: o melhor é trabalhar com correção e segurança na contratação. As empresas têm que respeitar prestadores de serviços, assim como eles, por sua vez, tem a obrigação de respeitar seu contratante e cumprir com suas obrigações.
Se todos fizerem a sua parte ninguém terá prejuízo, ao contrário as vantagens serão enormes. Trabalhar com o transporte coletivo por fretamento significa ter a consciência que está envolvendo profissionais competentes e empresas regularizadas. Trabalhar com pessoas significa que é necessário protegê-las para garantir um desempenho favorável para todas as partes envolvidas.
No site da (www.fresp.org.br) estão cadastradas empresas de transporte com profissionais aptos a atender com eficiência, pontualidade e capacidade as áreas de Recursos Humanos das companhias.
DICAS NA CONTRATAÇÃO SEGURA:
• No site da FRESP (www.fresp.org.br) ou pelo telefone: 0800-773-2060, pode-se obter informações sobre as empresas regularizadas no Estado de São Paulo
• Sempre que solicitar um serviço de fretamento, exija a autorização do órgão público regulamentador do serviço.
• Verifique no site www.antt.gov.br, se a contratada é cadastrada na ANTT – Agência Nacional dos Transportes Terrestres (para viagens interestaduais); EMTU – www.emtu.sp.gov.br (para viagens metropolitanas em São Paulo); e a ARTESP - www.artesp.sp.gov.br (para viagens intermunicipais fora de área metropolitana de São Paulo).
• O transporte clandestino não oferece nem direitos nem garantias pelo serviço contratado
• Desconfie de preços muito baixos. Nesses casos, confirme se a transportadora está devidamente regulamentada
• Não contrate empresas que terceirizem o serviço.
Escrita por Angely Biffi
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A DIFÍCIL REALIDADE DA ADOÇÃO NO BRASIL
Adotar uma opção difícil de tomar, mas uma atitude bonita e corajosa para quem proporciona uma família a uma criança.
De acordo com o Cadastro Nacional de Adoção (CNA), no Brasil existem 26.138 pretendentes aptos para adotar, enquanto que 4.364 crianças e adolescentes estão disponíveis – seja porque foram destituídos do convívio familiar, seja por terem sido entregue pelos pais ou, ainda, por serem órfãos. Mas a realidade das 600 instituições no País mostra que há ainda um número alto de jovens a espera de um lar. Em muitos casos, a demora para adotar se reflete no perfil exigido de quem fez essa opção. Talvez, por preconceito ou por hábito, a maioria ainda deseja crianças brancas, do sexo feminino e idade de até 18 meses, ao contrário da realidade que se encontra nos abrigos: crianças pardas, maiores de dois anos, muitas vezes com irmãos.
Outro ponto que dificulta a adoção é que muitas das crianças que vivem em entidades assistenciais não estão livres para serem encaminhadas a uma nova família. Segundo pesquisa da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) apenas 10% das crianças nos abrigos podem ser adotadas, pois a maioria continua a ter algum tipo de vínculo familiar. A maioria deles foram vítimas de maus tratos, negligência ou porque seus parentes não tinham condições materiais de criá-los.
Para Haércio Suguimoto, presidente do Lar Escola Cairbar Schutel, as 60 crianças e adolescentes da entidade só são disponibilizadas a adoção quando se esgota todas as possibilidades de retorno ao convívio com a família de origem. “O principal objetivo da entidade é criar condições para que o núcleo familiar original das crianças se equilibre e volte a ter condições de recebê-las novamente ou, não sendo possível, prepará-las para se adaptar a uma família substituta, sempre sob a supervisão das Varas da Infância e da Adolescência de São Paulo”.
Edson Parra Nani Filho e sua esposa, Roseline Altero Parra, conhecem bem o processo de adoção. Pais de Julia e Pedro decidiram adotar as crianças, pois possuíam dificuldades para engravidar. A opção de adoção veio de forma natural para o casal, porque para eles o sonho de ter filhos era maior que a forma que isso seria realizada.
Edson e Roseline adotaram os dois filhos de forma regular e com tranquilidade, sendo que um chegou para eles com apenas 5 dias de vida e o outro com 2 meses. “Quem quer adotar não pode especificar o tipo da criança. Quem opta por essa ação pensa apenas em amar esse novo ser humano que foi colocado em seu caminho”, afirma Edson Filho.
“A nossa vida mudou completamente depois que adotamos nossos filhos. A vida fica mais feliz para ser vivida”, diz o paizão. “Aqueles que não adotam por medo, acham que não vão amar a criança porque não foi gerada pelo próprio casal ou porque filhos concebidos dessa forma irão dar problemas. Essas pessoas não sabem o que estão falando e o que perdem por não realizarem a adoção. Pois quem ama, ama de qualquer forma e problemas existem para todos os pais que possuem filhos biológicos ou adotivos”, finaliza.
Edson Parra Nani Filho além de ter adotado duas crianças, também realiza trabalho voluntário como dentista, que é sua profissão, no Lar Escola Cairbar Schutel.
Números sobre adoção:
Filhos
47% dos filhos adotivos não têm nenhuma informação sobre sua origem;
37% receberam poucas e vagas informações: de que cidade vieram, se seus pais biológicos estão vivos ou não;
62% não têm informações de seus pais biológicos;
58% não conhecem ou não gostariam de conhecê-los;
10% nutrem um sentimento positivo sobre a família biológica;
35% conheceram ou gostariam de conhecer pessoalmente seus pais biológicos;
60% são meninas;
69% eram recém-nascidos na época da adoção;
69% sempre souberam que eram adotivos.
Pais
91% estavam casados na época da adoção;
55% não podiam ter filhos;
45% já tinham filhos biológicos;
40% têm curso superior completo;
50% recebem mais de 1.500 reais por mês.
Escrita por Angely Biffi e Marcia Brandão
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
PESQUISA REVELA: FRETAMENTO EM SÃO PAULO JÁ ESTÁ MAIS CARO
Pesquisa realizada pelo Transfretur com empresas de transporte por fretamento sobre dificuldades enfrentadas depois a implantação da Zona Máxima de Restrição aos Fretados (ZMRF) demonstra encarecimento da prestação do serviço (58,3%), cancelamento de linhas (75%) e cancelamento de contratos (8,3%).
Dados da pesquisa por amostragem foram apurados no final de 2009, com transportadoras pequenas, médias e grandes, abrangendo um total de 800 veículos.
Dentre as dificuldades apresentadas pelos empresários do setor de fretamento contínuo e eventual, em primeiro lugar está a dificuldade de trafegar sem que haja notificação mesmo com apresentação da Autorização Especial de Trânsito (AET). Também aparece como uma das dificuldades principais a extensão maior do trajeto percorrido e o impacto no valor da prestação do serviço, que encareceu em torno de 12%, dependendo da variação do trajeto. Outro reflexo da ZMRF é o aumento do tempo de utilização do veículo e, em consequência, mais gastos com sua manutenção.
A falta de informação do Poder Público, principalmente quanto aos recursos de multas; o congestionamento do site da Prefeitura para obtenção das autorizações para viagens eventuais e o aumento da concorrência desleal com as locadoras, que operam como fretadoras, sem a tributação imposta ao setor, também aparecem no rol de queixas dos empresários, bem como, o acréscimo no consumo de insumos e o desgaste para os motoristas dos ônibus.
Os atrasos frequentes causados pela ampliação dos trajetos e as reclamações constantes dos contratantes são outros itens importantes da avaliação feita pelo Transfretur. Outras queixas referem-se às quedas nas consultas para viagens eventuais e o agravamento do congestionamento na cidade com a proibição do tráfego nos corredores de ônibus.
Para Jorge Miguel dos Santos, diretor executivo do Transfretur, a insatisfação das empresas contratantes, das empresas de fretamento e usuários é com relação ao congestionamento, pois as regras foram impostas para melhorar a situação de todos que usam o transporte de fretamento, mas até agora não houve essa melhoria. “Esperamos que com a conclusão das obras das marginais, do Rodoanel e novas estações do metrô, os níveis de congestionamento caiam e assim a vida dos paulistanos fique mais tranquila”, completa Jorge.
Escrita por Angely Biffi
Link Comunicação
UX Writer e a Inteligência Artificial
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