O feriado da Semana Santa está chegando e, para evitar que sua viagem seja comprometida, saiba os cuidados fundamentais ao contratar o transporte por fretamento.
Em especial no mês de abril com vários feriados, iniciados pela Paixão de Cristo e Páscoa, é preciso prestar atenção no contrato de transporte para grupos de passageiros para garantir a segurança dos usuários. O alerta é da FRESP - Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo.
O feriado da Paixão de Cristo, que ocorrerá na sexta (2), e da Páscoa, no domingo, dia (4), são as datas em que os religiosos visitam os santuários e igrejas, assistem encenações públicas da crucificação e da morte de Jesus Cristo. Logo em seguida, em 21 de abril outro feriado, o de Tiradentes, é momento que muitos grupos de pessoas também viajam, em busca do conforto e da tranquilidade de cidades do Interior e do Litoral.
Devido a tantos feriados em um único mês, muitas pessoas preferem viajar em excursões, organizadas por associações de amigos e parentes ou por agências de viagens. Por isso a cautela deve ser redobrada, por conta da farta oferta de transporte clandestino nos feriados. “Com tanta procura de transporte para viagens, nesses dias, as pessoas se sujeitam, às vezes, a qualquer prestador de serviço e assim ficam à mercê de grupos que oferecem o transporte ilegal de passageiros”, reforça Regina Rocha, diretora executiva da FRESP.
O problema já é comum em todo o Brasil: as irregularidades no transporte de passageiros afligem as autoridades de vários estados brasileiros, sendo comum, durante as fiscalizações, as apreensões de veículos. O transporte irregular ou clandestino de passageiros pode ser realizado com vans, ônibus, micro-ônibus e até com os veículos destinados apenas ao transporte escolar.
Para viajar em segurança, o primeiro ponto que o interessado deve observar, antes de contratar um transporte de fretamento, é se o contratado está credenciado nas agências reguladoras para prestação do serviço. Verifique no site www.antt.gov.br, se a contratada é cadastrada na ANTT – Agência Nacional dos Transportes Terrestres (para viagens interestaduais); na EMTU – www.emtu.sp.gov.br (para viagens metropolitanas em São Paulo); e na ARTESP - www.artesp.sp.gov.br (para viagens intermunicipais fora de área metropolitana de São Paulo).
O melhor para o conforto do turista que faz opção do serviço rodoviário é optar por empresas conhecidas e idôneas, aquelas que levam qualidade, bem-estar e segurança como aspectos importantes para os passageiros que utilizam seus veículos.
Depois de checar a procedência da transportadora, é fundamental saber as condições gerais do veículo e sua documentação, se está autorizado a fazer transporte de passageiros por fretamento e se os profissionais estão devidamente treinados e credenciados. Também é necessária a autorização para a viagem, emitida pelos órgãos reguladores. É importante verificar se na autorização, os itens origem e destino coincidem com o objetivo da viagem. Esses cuidados são fundamentais para evitar que a viagem seja comprometida por má condição do veículo ou que seja interrompida por uma blitz.
Os documentos deverão estar à disposição das autoridades de trânsito em qualquer momento da viagem, contendo nome do condutor e placa do veículo. O transportador também deverá portar a Nota Fiscal emitida exclusivamente para o serviço prestado.
Quem utiliza o transporte clandestino, se sente atraído devido aos valores mais baratos, pois quem trabalha na ilegalidade não recolhe impostos devidos, nem contrata profissionais capacitados com registro em carteira. No entanto, é preciso atentar para as boas condições de infraestrutura, manutenção e qualidade dos serviços para que a viagem seja feita com segurança, tranquilidade e conforto.
O turista bem atendido irá aproveitar a viagem do inicio ao fim, sem se preocupar com problemas operacionais.
No site da FRESP (www.fresp.org.br), estão cadastradas empresas idôneas, aptas a realizar o transporte por fretamento e ainda oferecer a personalização do atendimento.
DICAS PARA UMA CONTRATAÇÃO SEGURA:
• No site da FRESP (www.fresp.org.br) ou pelo telefone: 0800-773-2060, pode-se obter informações sobre as empresas regularizadas no Estado de São Paulo
• Sempre que solicitar um serviço de fretamento, exija a autorização do órgão público regulamentador do serviço.
• Verifique no site www.antt.gov.br, se a contratada é cadastrada na ANTT – Agência Nacional dos Transportes Terrestres (para viagens interestaduais); EMTU – www.emtu.sp.gov.br (para viagens metropolitanas em São Paulo); e a ARTESP - www.artesp.sp.gov.br (para viagens intermunicipais fora de área metropolitana de São Paulo).
• O transporte clandestino não oferece nem direitos nem garantias pelo serviço contratado
• Desconfie de preços muito baixos. Nesses casos, confirme se a transportadora está devidamente regulamentada
• Não contrate empresas que terceirizem o serviço.
Escrita por Angely Biffi
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terça-feira, 30 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
PESQUISA IBOPE REVELA QUE 73% DOS PAULISTANOS ESTÃO INSATISFEITOS COM RESTRIÇÃO AO FRETAMENTO
Em recente pesquisa do IBOPE, 73% dos paulistanos estão totalmente insatisfeitos com as medidas de restrição aos ônibus de fretamento, promovida em julho de 2009 pela Prefeitura de São Paulo.
Pesquisa realizada pelo IBOPE mostra que a maioria da população (73%) é contrária à Zona Máxima de Restrição aos Fretados. A medida foi imposta à cidade de São Paulo, desde julho passado, pela Lei nº 14.971/2009. O estudo ainda mostra que proprietários de carros estariam dispostos a usar transporte privadoi para se livrar do problema do trânsito.
A pesquisa avaliou vários itens, mas para o paulistano, o pior item, que ficou entre os dez piores, com uma média de 4 pontos foi o transporte público. Os passageiros mostraram insatisfação com o tempo de espera, com a impontualidade do transporte, com os ônibus lotados e trajetos longos.
Em relação às soluções para diminuir o trânsito na cidade de São Paulo, os entrevistados responderam que estão insatisfeitos com as medidas apresentadas pela Prefeitura de São Paulo. Segundo eles, transporte coletivo público não tem infraestrutura para comportar todos que necessitam do serviço. Já o transporte por fretamento alivia o sufoco que diversas pessoas enfrentam em ônibus urbanos. No entanto, com a restrição criada pela Prefeitura de São Paulo, os usuários também estão deixando de lado essa opção e optando pelo automóvel particular.
Para Jorge Miguel dos Santos, diretor executivo do Transfretur, sindicato das empresas de fretamento, a adoção do carro individual ao invés do transporte coletivo de qualidade – público ou privado – faz com que a mobilidade urbana esteja cada vez mais reduzida. “O que acontece, em primeiro lugar, é o congestionamento fora do comum na cidade, em qualquer horário. Se as pessoas não possuem mais a opção do fretamento, que tira 20 carros das ruas, e também não querem usar os coletivos públicos, que operam no limite de sua capacidade e optam por usar seus veículos particulares, há uma inversão das prioridades do Plano Diretor do Município, diz.
É fácil perceber a olho nu: com mais automóveis nas ruas, o trânsito está cada vez mais caótico. “Perde-se em qualidade de vida e o conforto que desfrutavam os passageiros do serviço privado foi deixado de lado”, lamenta.
Jorge relembra que também a poluição atmosférica e a segurança ficam comprometidas: “quanto mais carros nas ruas, mais poluição do ar. A segurança no trânsito também diminui. Tudo isso gera mais desconforto e insatisfação para a população”, conclui. Com isso, revela a pesquisa IBOPE, 57% dos paulistanos têm expectativa de sair da cidade.
Escrita por Angely Biffi
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Pesquisa realizada pelo IBOPE mostra que a maioria da população (73%) é contrária à Zona Máxima de Restrição aos Fretados. A medida foi imposta à cidade de São Paulo, desde julho passado, pela Lei nº 14.971/2009. O estudo ainda mostra que proprietários de carros estariam dispostos a usar transporte privadoi para se livrar do problema do trânsito.
A pesquisa avaliou vários itens, mas para o paulistano, o pior item, que ficou entre os dez piores, com uma média de 4 pontos foi o transporte público. Os passageiros mostraram insatisfação com o tempo de espera, com a impontualidade do transporte, com os ônibus lotados e trajetos longos.
Em relação às soluções para diminuir o trânsito na cidade de São Paulo, os entrevistados responderam que estão insatisfeitos com as medidas apresentadas pela Prefeitura de São Paulo. Segundo eles, transporte coletivo público não tem infraestrutura para comportar todos que necessitam do serviço. Já o transporte por fretamento alivia o sufoco que diversas pessoas enfrentam em ônibus urbanos. No entanto, com a restrição criada pela Prefeitura de São Paulo, os usuários também estão deixando de lado essa opção e optando pelo automóvel particular.
Para Jorge Miguel dos Santos, diretor executivo do Transfretur, sindicato das empresas de fretamento, a adoção do carro individual ao invés do transporte coletivo de qualidade – público ou privado – faz com que a mobilidade urbana esteja cada vez mais reduzida. “O que acontece, em primeiro lugar, é o congestionamento fora do comum na cidade, em qualquer horário. Se as pessoas não possuem mais a opção do fretamento, que tira 20 carros das ruas, e também não querem usar os coletivos públicos, que operam no limite de sua capacidade e optam por usar seus veículos particulares, há uma inversão das prioridades do Plano Diretor do Município, diz.
É fácil perceber a olho nu: com mais automóveis nas ruas, o trânsito está cada vez mais caótico. “Perde-se em qualidade de vida e o conforto que desfrutavam os passageiros do serviço privado foi deixado de lado”, lamenta.
Jorge relembra que também a poluição atmosférica e a segurança ficam comprometidas: “quanto mais carros nas ruas, mais poluição do ar. A segurança no trânsito também diminui. Tudo isso gera mais desconforto e insatisfação para a população”, conclui. Com isso, revela a pesquisa IBOPE, 57% dos paulistanos têm expectativa de sair da cidade.
Escrita por Angely Biffi
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quinta-feira, 18 de março de 2010
BRASILEIRA NEVOA NETWORKS AMPLIA PARTICIPAÇÃO NA EUROPA
Fundada no Brasil em 2005, a Nevoa Networks, especializada no desenvolvimento de soluções de gerenciamento e virtualização de armazenamento. Depois de sua colaboração ao CERN, da Suíça, empresa amplia sua atuação instalando escritório e centro de pesquisa na Europa.
Desde a sua fundação, a Nevoa Networks sempre participou de inúmeros eventos e congressos fora do Brasil. Agora, a empresa consolida sua atuação no mercado europeu com a abertura de um centro de pesquisa, e um escritório comercial no Sul da França. Atraídos pela competência técnica e apelo mercadológico, os executivos europeus pretendem lançar os produtos da Nevoa Networks ainda em 2010.
À frente da unidade europeia estão três importantes estudiosos, que vieram para aprimorar os sistemas da Nevoa Networks e desenvolver seu potencial em tecnologia. O grego Pierpaolo Giacomin é mestre em Ciência da Computação, pela Universidade de Lyon (França). Trabalhou para Hitachi Data Systems (Europa). Seu trabalho é focado em transmissão de dados, redes de alta geração, transferência de grandes volumes de dados e redes autônomas. Sua pesquisa atual trata de técnicas eficientes para virtualização e provisionamento de recursos para grandes sistemas distribuídos.
O italiano Alessandro Bassi vem para Nevoa Networks, depois de seu trabalho na Hitachi Data Systems (Europa), como chefe da equipe de Sistemas Inteligentes. Ocupante de um posto-chave na comunidade de investigação da União Européia, Bassi já está formando um consórcio, organizado pela Nevoa da Europa, juntamente com líderes da indústria local, como Atos Origin e Cisco, para desenvolver mecanismos de acesso padrão aos serviços de armazenamento em nuvem.
Com vasta experiência empresarial, a tcheca Jitka Slechtova, que é graduada Universidade Internacional de Mônaco, deve trazer a filial da Nevoa na Europa, o grau de profundidade necessário aos projetos da empresa, para que esta para funcione sem problemas no ambiente da comunidade europeia.
"Foi uma enorme conquista captar tamanha experiência e perícia, como as apresentadas pelos dirigentes de nossa operação na Europa”, festeja o americano Hunter Hagewood, diretor de negócios e co-fundador da Nevoa Networks no Brasil. "Já definimos nossa estratégia de negócios para o mercado europeu e também já identificamos novas aplicações para nossa tecnologia de armazenamento”, completa Hagewood.
Especialista em armazenamento virtual
Inovadora por natureza, a Nevoa Networks é especializada em desenvolver soluções avançadas em infraestrutura de armazenamento, distribuição, transformação e gestão de dados. Sua tecnologia permite o gerenciamento dos dados, de acordo com políticas de ciclo de vida das informações armazenadas no sistema, propiciando soluções que não dependem de hardwares proprietários ou especializados.
Entre seus produtos está o Nevoa Storage System (NSS), que já é utilizado por projetos como o REDDnet - Research and Education Data Depot Network -, cujo objetivo é criar uma malha de pelo menos setecentos milhões de megabytes espalhados por doze instituições diferentes para os fins de pesquisa e educação. Essa rede é usada para transmissão de vídeo, replicação estratégica de dados e armazenamento de dados. Devido à sua parceria no projeto REDDnet, a Nevoa Networks é a única empresa privada brasileira que participa do projeto Large Hadron Collider (LHC) ou em português “Grande Colisor de Hádrons" dos laboratórios do CERN (Suíça).
Escrita por Angely Biffi
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Desde a sua fundação, a Nevoa Networks sempre participou de inúmeros eventos e congressos fora do Brasil. Agora, a empresa consolida sua atuação no mercado europeu com a abertura de um centro de pesquisa, e um escritório comercial no Sul da França. Atraídos pela competência técnica e apelo mercadológico, os executivos europeus pretendem lançar os produtos da Nevoa Networks ainda em 2010.
À frente da unidade europeia estão três importantes estudiosos, que vieram para aprimorar os sistemas da Nevoa Networks e desenvolver seu potencial em tecnologia. O grego Pierpaolo Giacomin é mestre em Ciência da Computação, pela Universidade de Lyon (França). Trabalhou para Hitachi Data Systems (Europa). Seu trabalho é focado em transmissão de dados, redes de alta geração, transferência de grandes volumes de dados e redes autônomas. Sua pesquisa atual trata de técnicas eficientes para virtualização e provisionamento de recursos para grandes sistemas distribuídos.
O italiano Alessandro Bassi vem para Nevoa Networks, depois de seu trabalho na Hitachi Data Systems (Europa), como chefe da equipe de Sistemas Inteligentes. Ocupante de um posto-chave na comunidade de investigação da União Européia, Bassi já está formando um consórcio, organizado pela Nevoa da Europa, juntamente com líderes da indústria local, como Atos Origin e Cisco, para desenvolver mecanismos de acesso padrão aos serviços de armazenamento em nuvem.
Com vasta experiência empresarial, a tcheca Jitka Slechtova, que é graduada Universidade Internacional de Mônaco, deve trazer a filial da Nevoa na Europa, o grau de profundidade necessário aos projetos da empresa, para que esta para funcione sem problemas no ambiente da comunidade europeia.
"Foi uma enorme conquista captar tamanha experiência e perícia, como as apresentadas pelos dirigentes de nossa operação na Europa”, festeja o americano Hunter Hagewood, diretor de negócios e co-fundador da Nevoa Networks no Brasil. "Já definimos nossa estratégia de negócios para o mercado europeu e também já identificamos novas aplicações para nossa tecnologia de armazenamento”, completa Hagewood.
Especialista em armazenamento virtual
Inovadora por natureza, a Nevoa Networks é especializada em desenvolver soluções avançadas em infraestrutura de armazenamento, distribuição, transformação e gestão de dados. Sua tecnologia permite o gerenciamento dos dados, de acordo com políticas de ciclo de vida das informações armazenadas no sistema, propiciando soluções que não dependem de hardwares proprietários ou especializados.
Entre seus produtos está o Nevoa Storage System (NSS), que já é utilizado por projetos como o REDDnet - Research and Education Data Depot Network -, cujo objetivo é criar uma malha de pelo menos setecentos milhões de megabytes espalhados por doze instituições diferentes para os fins de pesquisa e educação. Essa rede é usada para transmissão de vídeo, replicação estratégica de dados e armazenamento de dados. Devido à sua parceria no projeto REDDnet, a Nevoa Networks é a única empresa privada brasileira que participa do projeto Large Hadron Collider (LHC) ou em português “Grande Colisor de Hádrons" dos laboratórios do CERN (Suíça).
Escrita por Angely Biffi
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quarta-feira, 17 de março de 2010
ÔNIBUS TURÍSTICO NÃO TEM ONDE PARAR EM SÃO PAULO
Pela Lei Municipal do Fretamento, a Prefeitura de São Paulo deveria criar locais de estacionamento para permitir o embarque e o desembarque de passageiros. No caso dos pontos turísticos da Capital o problema continua longe de uma solução. Turistas não têm pontos onde os ônibus possam parar para fotografias, nem onde possam desembarcar com segurança para conhecer os locais aprazíveis da cidade.
Segundo a SPTuris, São Paulo é o maior destino turístico do país, com 11 milhões de visitantes ao ano. “É essencial aprimorar cada vez mais a qualidade dos serviços para manter o crescimento e atingir a excelência para receber bem o turista durante sua passagem pela cidade para que São Paulo”, salienta Caio Carvalho, presidente da Empresa de Turismo e Eventos da Cidade São Paulo.
A Prefeitura da capital paulista impôs em julho de 2009 novas regras para circulação, parada e estacionamento dos ônibus de fretamento dentro da cidade de São Paulo. Desde o início da Lei nº 14.971/2009, os ônibus de fretamento foram obrigados a cumprir as exigências da Prefeitura, e ficaram sujeitos à fiscalização e multas, em caso do descumprimento da legislação. Mas, para que os profissionais de transportes trabalhem de forma adequada, a Prefeitura também precisa cumprir sua parte na regra do jogo, disponibilizando locais apropriados para o embarque e desembarque dos passageiros, principalmente, nos pontos turísticos da cidade.
Nos pontos de grande fluxo de turistas na cidade de São Paulo, as vagas para ônibus turísticos praticamente inexistem e isto vem causando problemas para passageiros e transportadores do chamado transporte eventual. “Todo o setor de ônibus de fretamento de turismo está enfrentando dificuldade em trabalhar sem multas, devido à falta de pontos de embarque e desembarque nos locais turísticos”, afirma Maurício Rocha da Silva, diretor comercial da AS Transportes e Turismo.
Maurício explica que a escassez de vagas para ônibus turísticos causa várias dificuldades que prejudicam o turismo de lazer e negócios da cidade. “Temos que ficar rodando, contratando estacionamentos particulares para podermos deixar os ônibus, mas isso não é seguro. Além disso, é responsabilidade da Prefeitura organizar e oferecer locais para nós estacionarmos”, comenta.
“Para o turista é horrível ter que ficar em qualquer lugar, ser deixado às pressas em lugares que nem conhecem ou ter que subir correndo no ônibus, porque não temos permissão para parar. Marcar horário com o passageiro também não é uma boa opção, porque se chegamos antes do horário marcado não podemos ficar esperando, pois estamos sujeitos à fiscalização que nos multa por parada proibida”, informa o diretor comercial da AS Transportes e Turismo.
Apesar de todos esses argumentos e das dificuldades que as transportadoras turísticas e turistas estão sofrendo, a Prefeitura ainda não tem previsão de quando e onde serão feitos os pontos de embarque e desembarque. “Gostaríamos de mais agilidade do poder público na implementação de uma solução viável para todos”, reforça Regina Rocha, diretora executiva da FRESP - Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo.
O empresário Maurício Rocha acredita que com a criação de vagas de estacionamento em pontos turísticos como: Teatro Municipal, Pátio do Colégio, Prédio da Prefeitura de São Paulo, MASP e outros museus, Catedral da Sé, Parque do Ibirapuera e outros, Praça da República, estádios de futebol e outros locais aprazíveis, o turismo de lazer em São Paulo pode crescer ainda mais. Hoje, na cidade de São Paulo são realizados mais de 90 mil eventos por ano e 75% das maiores feiras do País nos vários centros de exposição disponíveis. Esse mercado movimenta R$ 2,4 bilhões por ano – R$ 700 milhões em locação de espaço, R$ 700 milhões em equipamentos para serviços e R$ 8 bilhões em viagens, hospedagem e transporte terrestre e aéreo.
Escrita por Angely Biffi
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Segundo a SPTuris, São Paulo é o maior destino turístico do país, com 11 milhões de visitantes ao ano. “É essencial aprimorar cada vez mais a qualidade dos serviços para manter o crescimento e atingir a excelência para receber bem o turista durante sua passagem pela cidade para que São Paulo”, salienta Caio Carvalho, presidente da Empresa de Turismo e Eventos da Cidade São Paulo.
A Prefeitura da capital paulista impôs em julho de 2009 novas regras para circulação, parada e estacionamento dos ônibus de fretamento dentro da cidade de São Paulo. Desde o início da Lei nº 14.971/2009, os ônibus de fretamento foram obrigados a cumprir as exigências da Prefeitura, e ficaram sujeitos à fiscalização e multas, em caso do descumprimento da legislação. Mas, para que os profissionais de transportes trabalhem de forma adequada, a Prefeitura também precisa cumprir sua parte na regra do jogo, disponibilizando locais apropriados para o embarque e desembarque dos passageiros, principalmente, nos pontos turísticos da cidade.
Nos pontos de grande fluxo de turistas na cidade de São Paulo, as vagas para ônibus turísticos praticamente inexistem e isto vem causando problemas para passageiros e transportadores do chamado transporte eventual. “Todo o setor de ônibus de fretamento de turismo está enfrentando dificuldade em trabalhar sem multas, devido à falta de pontos de embarque e desembarque nos locais turísticos”, afirma Maurício Rocha da Silva, diretor comercial da AS Transportes e Turismo.
Maurício explica que a escassez de vagas para ônibus turísticos causa várias dificuldades que prejudicam o turismo de lazer e negócios da cidade. “Temos que ficar rodando, contratando estacionamentos particulares para podermos deixar os ônibus, mas isso não é seguro. Além disso, é responsabilidade da Prefeitura organizar e oferecer locais para nós estacionarmos”, comenta.
“Para o turista é horrível ter que ficar em qualquer lugar, ser deixado às pressas em lugares que nem conhecem ou ter que subir correndo no ônibus, porque não temos permissão para parar. Marcar horário com o passageiro também não é uma boa opção, porque se chegamos antes do horário marcado não podemos ficar esperando, pois estamos sujeitos à fiscalização que nos multa por parada proibida”, informa o diretor comercial da AS Transportes e Turismo.
Apesar de todos esses argumentos e das dificuldades que as transportadoras turísticas e turistas estão sofrendo, a Prefeitura ainda não tem previsão de quando e onde serão feitos os pontos de embarque e desembarque. “Gostaríamos de mais agilidade do poder público na implementação de uma solução viável para todos”, reforça Regina Rocha, diretora executiva da FRESP - Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo.
O empresário Maurício Rocha acredita que com a criação de vagas de estacionamento em pontos turísticos como: Teatro Municipal, Pátio do Colégio, Prédio da Prefeitura de São Paulo, MASP e outros museus, Catedral da Sé, Parque do Ibirapuera e outros, Praça da República, estádios de futebol e outros locais aprazíveis, o turismo de lazer em São Paulo pode crescer ainda mais. Hoje, na cidade de São Paulo são realizados mais de 90 mil eventos por ano e 75% das maiores feiras do País nos vários centros de exposição disponíveis. Esse mercado movimenta R$ 2,4 bilhões por ano – R$ 700 milhões em locação de espaço, R$ 700 milhões em equipamentos para serviços e R$ 8 bilhões em viagens, hospedagem e transporte terrestre e aéreo.
Escrita por Angely Biffi
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terça-feira, 16 de março de 2010
Transporte por fretamento: flexibilidade para atender empresas com horários diferenciados
Contratar o transporte por fretamento é uma boa opção para empresas que trabalham em horários diversificados.
Empresas que trabalham em turnos diferenciados sabem como é difícil para seus profissionais usarem o transporte público. Muitas já descobriram que para ter pontualidade e evitar o absenteísmo o melhor é ter ônibus de fretamento para o transporte de seus funcionários.
Os call centers, que possuem atendimento 24 horas, com entradas e saídas de pessoas o tempo todo, foram os primeiros a buscar esse tipo de serviço por demanda e de flexibilidade nos horários. Hoje contact centers, empresas da área da saúde e outras com turnos ininterruptos acharam uma boa opção terem ônibus de fretamento à disposição de seus profissionais.
Ao contratar o serviço de transporte por fretamento para seus funcionários, ao proporcionar segurança, tranquilidade e conforto aos profissionais, as empresas desejam produtividade, pontualidade disposição para o trabalho. Muito melhor se a prestadora de serviços oferecer também o requisito flexibilidade.
O transporte por fretamento para as empresas com horários flexíveis só trouxe facilidade para os trabalhadores. Sendo assim, todos saem ganhando, pois a empresa passa a ter seus funcionários mais motivados para o trabalho, pois um benefício a mais, sempre é bem visto e aprovado. “Por estarem satisfeitos, os empregados mostram mais vontade para desenvolver suas funções e se comprometem mais com o seu bom rendimento durante o expediente”, garante Regina Rocha, diretora executiva da FRESP - Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo.
Para os funcionários que trabalham em horários variados, como no período noturno, por exemplo, a possibilidade de utilizar o fretamento ajuda e facilita a vida profisisonal. “Eu adorei poder ter um ônibus à minha disposição para chegar e sair do serviço”, comenta Karine Clarindo de Souza, operadora de telemarketing do Unibanco.
O modelo de transporte coletivo privado, adotado pelos call centers e contact centers, é um bom exemplo a ser seguido por outros segmentos que trabalham 24 horas ou têm escalas diversas de funcionários. com um Empresas com fluxo grande de pessoas em circulação o tempo todo, como hospitais, drogarias, supermercados, postos de gasolina, empresas de TI são alguns dos estabelecimentos que podem optar por um serviço de fretamento sob demanda para seus funcionários, devido à grande flexibilidade de horários, modelos de veículos e operações logísticas que podem oferecer as transportadoras.
Hoje, a maioria das empresas que contrata o serviço de transporte por fretamento, conta com o serviço como parte integrante de sua logística de produção, estratégia de mercado e administração. É uma opção que não pode passar despercebida pelos gestores de Recursos Humanos. Com muito mais flexibilidade do que a permitida aos operadores do sistema regular, o segmento tem atendido às expectativas de sua clientela e tem 97% de aprovação dos passageiros.
Proporcionar qualidade de vida para seus colaboradores, deixando-os satisfeitos com o transporte oferecido, garante mais dinamismo e responsabilidade no dia-a-dia profissional. Porém, saiba como contratar empresas legalizadas para auxiliar na locomoção de seus funcionários. No site da FRESP (www.fresp.org.br), estão cadastradas empresas idôneas, aptas a realizar o transporte por fretamento e ainda oferecer a personalização do atendimento.
Toda empresa quer rapidez e eficiência quando contrata o serviço de um terceiro, mas além desses dois pontos, flexibilidade é um ponto essencial para os negócios que dependem de demanda de profissionais em horários diferentes do padrão comercial. Utilizando o serviço de fretamento, as empresas têm a possibilidade de fixar horários de trabalhos e turnos de produção de acordo com sua necessidade e estratégia.
Escrita por Angely Biffi
Link Comunicação
Empresas que trabalham em turnos diferenciados sabem como é difícil para seus profissionais usarem o transporte público. Muitas já descobriram que para ter pontualidade e evitar o absenteísmo o melhor é ter ônibus de fretamento para o transporte de seus funcionários.
Os call centers, que possuem atendimento 24 horas, com entradas e saídas de pessoas o tempo todo, foram os primeiros a buscar esse tipo de serviço por demanda e de flexibilidade nos horários. Hoje contact centers, empresas da área da saúde e outras com turnos ininterruptos acharam uma boa opção terem ônibus de fretamento à disposição de seus profissionais.
Ao contratar o serviço de transporte por fretamento para seus funcionários, ao proporcionar segurança, tranquilidade e conforto aos profissionais, as empresas desejam produtividade, pontualidade disposição para o trabalho. Muito melhor se a prestadora de serviços oferecer também o requisito flexibilidade.
O transporte por fretamento para as empresas com horários flexíveis só trouxe facilidade para os trabalhadores. Sendo assim, todos saem ganhando, pois a empresa passa a ter seus funcionários mais motivados para o trabalho, pois um benefício a mais, sempre é bem visto e aprovado. “Por estarem satisfeitos, os empregados mostram mais vontade para desenvolver suas funções e se comprometem mais com o seu bom rendimento durante o expediente”, garante Regina Rocha, diretora executiva da FRESP - Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo.
Para os funcionários que trabalham em horários variados, como no período noturno, por exemplo, a possibilidade de utilizar o fretamento ajuda e facilita a vida profisisonal. “Eu adorei poder ter um ônibus à minha disposição para chegar e sair do serviço”, comenta Karine Clarindo de Souza, operadora de telemarketing do Unibanco.
O modelo de transporte coletivo privado, adotado pelos call centers e contact centers, é um bom exemplo a ser seguido por outros segmentos que trabalham 24 horas ou têm escalas diversas de funcionários. com um Empresas com fluxo grande de pessoas em circulação o tempo todo, como hospitais, drogarias, supermercados, postos de gasolina, empresas de TI são alguns dos estabelecimentos que podem optar por um serviço de fretamento sob demanda para seus funcionários, devido à grande flexibilidade de horários, modelos de veículos e operações logísticas que podem oferecer as transportadoras.
Hoje, a maioria das empresas que contrata o serviço de transporte por fretamento, conta com o serviço como parte integrante de sua logística de produção, estratégia de mercado e administração. É uma opção que não pode passar despercebida pelos gestores de Recursos Humanos. Com muito mais flexibilidade do que a permitida aos operadores do sistema regular, o segmento tem atendido às expectativas de sua clientela e tem 97% de aprovação dos passageiros.
Proporcionar qualidade de vida para seus colaboradores, deixando-os satisfeitos com o transporte oferecido, garante mais dinamismo e responsabilidade no dia-a-dia profissional. Porém, saiba como contratar empresas legalizadas para auxiliar na locomoção de seus funcionários. No site da FRESP (www.fresp.org.br), estão cadastradas empresas idôneas, aptas a realizar o transporte por fretamento e ainda oferecer a personalização do atendimento.
Toda empresa quer rapidez e eficiência quando contrata o serviço de um terceiro, mas além desses dois pontos, flexibilidade é um ponto essencial para os negócios que dependem de demanda de profissionais em horários diferentes do padrão comercial. Utilizando o serviço de fretamento, as empresas têm a possibilidade de fixar horários de trabalhos e turnos de produção de acordo com sua necessidade e estratégia.
Escrita por Angely Biffi
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quinta-feira, 11 de março de 2010
INSPEÇÃO VEICULAR UNIFICADA PARA ÔNIBUS DE FRETAMENTO
Desde o início de março, os ônibus de fretamento intermunicipais não precisarão mais passar por duas vistorias veiculares. É que os órgãos públicos ARTESP - Agência Regulamentadora de Serviços Públicos de Transporte do Estado de São Paulo e EMTU - Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos unificaram a inspeção em todo o Estado paulista.
A ARTESP regulamenta e fiscaliza a operação do Sistema de Transporte Intermunicipal de Passageiros em todo o Estado, exceto nas ligações de competência da EMTU, áreas circunscritas às regiões metropolitanas de São Paulo, de Campinas e da Baixada Santista. Para agilizar o serviço de inspeção veicular, a partir de março, as operadoras de transporte coletivo intermunicipal, sob o regime de fretamento, poderão apresentar à ARTESP a declaração de vistoria emitida pela EMTU.
A decisão da ARTESP em aceitar a inspeção da EMTU partiu da uma solicitação da FRESP – Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo àquele órgão. A justificativa apresentada foi que grande parte dos veículos que compõem o sistema de fretamento junto à ARTESP também opera no sistema metropolitano, fiscalizado pela EMTU.
“Nosso intuito foi agilizar a inspeção tanto pelo poder público como para as empresas de fretamento, cujos veículos estavam sendo inspecionados duplamente devido à burocracia. Com a unificação ganha-se agilidade, economiza-se tempo e dinheiro dos cofres públicos e das empresas que tinham que parar os seus serviços em duas datas diferentes para realizar as duas inspeções para o mesmo fim”, resume Regina Rocha, diretora executiva da FRESP.
Segundo a diretora, os veículos inspecionados pela EMTU são submetidos à rigorosa inspeção veicular com periodicidade que varia de 6 meses a 18 meses, dependendo da idade do veículo. “Nessa rigorosa vistoria são analisados mais de 700 itens”, garante. “Nesse sentido, entendemos que a inspeção veicular realizada pela EMTU é absolutamente válida para atestar a segurança veicular dos veículos em questão e, em razão disso, não havia motivos para se exigir que os veículos já inspecionados pela EMTU fossem submetidos à nova inspeção por outro órgão do Estado”, justifica Regina Rocha.
Os novos procedimentos
Para ter direito à unificação, as transportadoras deverão requisitar a declaração à EMTU, pela internet, e posteriormente, protocolar o documento nas regionais da ARTESP. A partir daí é emitido o Cartão de Vistoria do Veículo. Já para os registros ou renovações de registros, a empresa deverá juntar a declaração junto com a documentação exigida para a autorização.
A ARTESP continuará emitindo o Cartão de Vistoria do Veículo, com validade de um ano, com a cobrança das taxas de “visto na declaração de vistoria”, no valor de R$ 49,26, e de “inclusão ou alteração de dados ou características de veículos”, no valor de R$ 164,20, caso o veículo não esteja cadastrado no sistema.
Escrita por Angely Biffi
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A ARTESP regulamenta e fiscaliza a operação do Sistema de Transporte Intermunicipal de Passageiros em todo o Estado, exceto nas ligações de competência da EMTU, áreas circunscritas às regiões metropolitanas de São Paulo, de Campinas e da Baixada Santista. Para agilizar o serviço de inspeção veicular, a partir de março, as operadoras de transporte coletivo intermunicipal, sob o regime de fretamento, poderão apresentar à ARTESP a declaração de vistoria emitida pela EMTU.
A decisão da ARTESP em aceitar a inspeção da EMTU partiu da uma solicitação da FRESP – Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo àquele órgão. A justificativa apresentada foi que grande parte dos veículos que compõem o sistema de fretamento junto à ARTESP também opera no sistema metropolitano, fiscalizado pela EMTU.
“Nosso intuito foi agilizar a inspeção tanto pelo poder público como para as empresas de fretamento, cujos veículos estavam sendo inspecionados duplamente devido à burocracia. Com a unificação ganha-se agilidade, economiza-se tempo e dinheiro dos cofres públicos e das empresas que tinham que parar os seus serviços em duas datas diferentes para realizar as duas inspeções para o mesmo fim”, resume Regina Rocha, diretora executiva da FRESP.
Segundo a diretora, os veículos inspecionados pela EMTU são submetidos à rigorosa inspeção veicular com periodicidade que varia de 6 meses a 18 meses, dependendo da idade do veículo. “Nessa rigorosa vistoria são analisados mais de 700 itens”, garante. “Nesse sentido, entendemos que a inspeção veicular realizada pela EMTU é absolutamente válida para atestar a segurança veicular dos veículos em questão e, em razão disso, não havia motivos para se exigir que os veículos já inspecionados pela EMTU fossem submetidos à nova inspeção por outro órgão do Estado”, justifica Regina Rocha.
Os novos procedimentos
Para ter direito à unificação, as transportadoras deverão requisitar a declaração à EMTU, pela internet, e posteriormente, protocolar o documento nas regionais da ARTESP. A partir daí é emitido o Cartão de Vistoria do Veículo. Já para os registros ou renovações de registros, a empresa deverá juntar a declaração junto com a documentação exigida para a autorização.
A ARTESP continuará emitindo o Cartão de Vistoria do Veículo, com validade de um ano, com a cobrança das taxas de “visto na declaração de vistoria”, no valor de R$ 49,26, e de “inclusão ou alteração de dados ou características de veículos”, no valor de R$ 164,20, caso o veículo não esteja cadastrado no sistema.
Escrita por Angely Biffi
Link Comunicação
quarta-feira, 10 de março de 2010
NEVOA NETWORKS VIRTUALIZA O ARMAZENAMENTO DE DADOS
Nevoa Storage System, plataforma que permite o aumento do espaço de armazenamento de dados, sem a necessidade de trocar parque de hardware. A empresa é pioneira no Brasil em software para armazenamento de dados à base de virtualização.
Um dos desafios para as empresas atuais é a grande necessidade por espaço de armazenamento em seus servidores. Como essa demanda depende de investimentos em equipamentos, cada vez mais sofisticados, a solução é a virtualização do storage, desenvolvida pela Nevoa Networks.
A empresa, pioneira no Brasil, usa a plataforma NSS - Nevoa Storage System, um software desenvolvido especialmente para o armazenamento de dados à base da virtualização. Ou seja, independente da plataforma de hardware é possível integrar virtualmente vários servidores de qualquer configuração ou marca e administrá-los como se fosse um só.
“Dessa forma, é possível somar os vários bytes de cada máquina e ter um servidor de capacidade ilimitada. Assim oferecemos uma solução escalável economicamente e não apenas tecnicamente”, revela Hunter Hagewood, diretor de negócios da Nevoa Networks. “Diferentemente do ‘cloud computing’, a tecnologia usada no NSS oferece segurança das informações, armazenando dados num único e coeso sistema e possibilita que o próprio administrador defina qual o nível aceitável de segurança que se deseja aplicar”, acrescenta, “algo inédito neste mercado.”
O Nevoa Storage System permite a configuração de várias políticas RAID utilizando múltiplos servidores com o objetivo de atingir um aumento significativo de performance e facilidade de administração. “À medida que o espaço disponível precisa ser aumentado, o administrador simplesmente acrescenta mais servidores ou hard drives ao sistema, sem a necessidade de reconfiguração”, completa Hagewood.
Hunter Hagewood garante que uma das grandes vantagens do NSS é econômica: “como nossa solução é baseada em software, o usuário não fica dependente de um fornecedor de hardware. Isto é, ele pode agregar ao sistema quaisquer dispositivos de armazenamento, independente da tecnologia de conexão ou sistema operacional. Até mesmo servidores antigos ou desktops podem ser usados para esse fim. Essa facilidade aumenta o retorno do investimento, já existente no parque de hardware”.
Para ambientes multissite e heterogêneos, é possível explorar a infraestrutura para criar diversidades geográficas e soluções de alta acessibilidade. O sistema NSS permite integrar tecnologias conhecidas como SATA RAID e FC RAID e emergentes dando ao usuário a opção de definir sua própria estratégia usando uma mistura de soluções de hardware.
Vantagens do Nevoa Storage System (NSS)
• Permite ao usuário acessar e visualizar, de forma fácil e rápida, os seus arquivos armazenados nos discos virtuais. A sua integração faz com que os recursos disponíveis para o usuário sejam uma extensão transparente do seu ambiente de trabalho.
• O software oferece ao usuário o aproveitamento do espaço ocioso de armazenamento de equipamentos de qualquer porte, além de possibilitar a participação de qualquer máquina na malha LOAN – (Logistical Area Network).
• Agrega máquinas com objetivo de obter uma capacidade maior de armazenamento, o que evita a necessidade de aquisição de máquinas mais modernas. Os recursos ociosos são realocados para áreas cuja demanda superou as expectativas, sem interromper as atividades das aplicações.
• Além de políticas de confiabilidade, o NSS permite definir políticas de Information Life-Cycle Management (ILM). O usuário pode migrar automaticamente dados que por razões temporais ou de demanda precisam ser realocados para sistemas de armazenamento de menor valor estratégico, liberando mais do seu capital de armazenamento para operações críticas.
De acordo com Hagewood, o NSS da Nevoa Networks é uma opção para aqueles que precisam de um sistema capaz de armazenar dados e que, ao mesmo tempo, administrar de forma inteligente e racional todo seu conjunto de hardware e rede. Isto é especialmente interessante para empresas que buscam uma infraestrutura para oferecer produtos a base de cloud computing ou cujo tamanho do parque pode se beneficiar com esta consolidação. “O espaço fica sob seu controle”, explica.
Escrita por Angely Biffi
Link Comunicação
Um dos desafios para as empresas atuais é a grande necessidade por espaço de armazenamento em seus servidores. Como essa demanda depende de investimentos em equipamentos, cada vez mais sofisticados, a solução é a virtualização do storage, desenvolvida pela Nevoa Networks.
A empresa, pioneira no Brasil, usa a plataforma NSS - Nevoa Storage System, um software desenvolvido especialmente para o armazenamento de dados à base da virtualização. Ou seja, independente da plataforma de hardware é possível integrar virtualmente vários servidores de qualquer configuração ou marca e administrá-los como se fosse um só.
“Dessa forma, é possível somar os vários bytes de cada máquina e ter um servidor de capacidade ilimitada. Assim oferecemos uma solução escalável economicamente e não apenas tecnicamente”, revela Hunter Hagewood, diretor de negócios da Nevoa Networks. “Diferentemente do ‘cloud computing’, a tecnologia usada no NSS oferece segurança das informações, armazenando dados num único e coeso sistema e possibilita que o próprio administrador defina qual o nível aceitável de segurança que se deseja aplicar”, acrescenta, “algo inédito neste mercado.”
O Nevoa Storage System permite a configuração de várias políticas RAID utilizando múltiplos servidores com o objetivo de atingir um aumento significativo de performance e facilidade de administração. “À medida que o espaço disponível precisa ser aumentado, o administrador simplesmente acrescenta mais servidores ou hard drives ao sistema, sem a necessidade de reconfiguração”, completa Hagewood.
Hunter Hagewood garante que uma das grandes vantagens do NSS é econômica: “como nossa solução é baseada em software, o usuário não fica dependente de um fornecedor de hardware. Isto é, ele pode agregar ao sistema quaisquer dispositivos de armazenamento, independente da tecnologia de conexão ou sistema operacional. Até mesmo servidores antigos ou desktops podem ser usados para esse fim. Essa facilidade aumenta o retorno do investimento, já existente no parque de hardware”.
Para ambientes multissite e heterogêneos, é possível explorar a infraestrutura para criar diversidades geográficas e soluções de alta acessibilidade. O sistema NSS permite integrar tecnologias conhecidas como SATA RAID e FC RAID e emergentes dando ao usuário a opção de definir sua própria estratégia usando uma mistura de soluções de hardware.
Vantagens do Nevoa Storage System (NSS)
• Permite ao usuário acessar e visualizar, de forma fácil e rápida, os seus arquivos armazenados nos discos virtuais. A sua integração faz com que os recursos disponíveis para o usuário sejam uma extensão transparente do seu ambiente de trabalho.
• O software oferece ao usuário o aproveitamento do espaço ocioso de armazenamento de equipamentos de qualquer porte, além de possibilitar a participação de qualquer máquina na malha LOAN – (Logistical Area Network).
• Agrega máquinas com objetivo de obter uma capacidade maior de armazenamento, o que evita a necessidade de aquisição de máquinas mais modernas. Os recursos ociosos são realocados para áreas cuja demanda superou as expectativas, sem interromper as atividades das aplicações.
• Além de políticas de confiabilidade, o NSS permite definir políticas de Information Life-Cycle Management (ILM). O usuário pode migrar automaticamente dados que por razões temporais ou de demanda precisam ser realocados para sistemas de armazenamento de menor valor estratégico, liberando mais do seu capital de armazenamento para operações críticas.
De acordo com Hagewood, o NSS da Nevoa Networks é uma opção para aqueles que precisam de um sistema capaz de armazenar dados e que, ao mesmo tempo, administrar de forma inteligente e racional todo seu conjunto de hardware e rede. Isto é especialmente interessante para empresas que buscam uma infraestrutura para oferecer produtos a base de cloud computing ou cujo tamanho do parque pode se beneficiar com esta consolidação. “O espaço fica sob seu controle”, explica.
Escrita por Angely Biffi
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