terça-feira, 13 de abril de 2010

SEBRAE PB ADOTA SISTEMA DE ARMAZENAMENTO VIRTUAL DA NEVOA NETWORKS

Para otimizar a capacidade de armazenamento de seus quatro escritórios da Paraíba, o Sebrae adotou a solução Nevoa Virtual Disk (NVD). O dispositivo possibilita o controle dos recursos ociosos de armazenamento, localizados em qualquer máquina da rede, como se fosse um único servidor, sem precisar adquirir mais hardware.

O Sebrae-PB tem nove escritórios regionais no Estado da Paraíba. A unidade de João Pessoa é responsável pelos sistemas de e-mail, website, vigilância eletrônica e servidor de arquivos do grupo regional. Para facilitar esse trabalho, as unidades são interligadas via conexão exclusiva, formando assim sua própria rede de dados estadual. Essa rede, por sua vez, é conectada à rede nacional, com central em Brasília.

Para consolidar toda capacidade de armazenamento das nove unidades e criar discos virtuais com finalidades segmentadas, aumentar o espaço de backup, bem como ampliar a capacidade de armazenar arquivos e imagens dos diversos projetos, o Sebrae-PB contratou a Nevoa Networks como parceira em tecnologia.

“Toda empresa tem um conjunto de computadores e hardisks (HD) individuais, mas esta capacidade não estava sendo utilizada para o tipo de armazenamento. Precisávamos de servidores para armazenar grandes quantidades de fotos, vídeos, apresentações, entre outros”, revela Jailma Araújo dos Santos, gerente de Tecnologia da Informação do Sebrae-PB.

Em setembro de 2009, a Nevoa Networks, que tem sede na Paraíba e é especializada em armazenamento virtualizado, implantou no Sebrae o sistema Nevoa Virtual Disk (NVD). O dispositivo possibilita o controle dos recursos ociosos de armazenamento, localizados em qualquer máquina da rede, como se fosse um único servidor, sem precisar adquirir mais hardware.

A implantação do NVD ocorreu primeiro em alguns computadores. Atualmente, a solução está presente em todos os hardwares da sede do Sebrae-PB. “Hoje, os 200 usuários que temos usam o software da Nevoa de forma tranquila e segura, com muito mais espaço disponível para suas necessidades de gravação de documentos”, garante Jailma.

“A Nevoa com a sua solução de software de armazenamento, conseguiu somar todos os HD disponíveis na rede e formar um volume único”, explica a gerente de TI. Ela exemplifica: “se você tem dois HD de 80 megabytes, somando os dois você terá um com uma capacidade dobrada e assim terá mais espaço para armazenar seus arquivos”, ensina.

Com a adoção da solução da Nevoa, foi possível ao Sebrae-PB consolidar toda capacidade de armazenamento dos quatro escritórios e criar discos virtuais com fins diferenciados. “A Nevoa só trouxe benefícios, pois é uma empresa parceira, dotada de integridade e compromisso com seus serviços. Seu software foi muito bem aplicado e atendeu plenamente o nosso interesse, as nossas necessidades”, afirma Jailma Araújo dos Santos. “Outro fator, decisivo na escolha pela Nevoa, foi o preço acessível”, completa.

“Para ser competitiva, uma empresa não pode abrir mão da modernidade e da capacidade de inovar”, menciona a gerente de Tecnologia da Informação do Sebrae-PB. “Nós estimulamos o acesso à tecnologia e promovemos a competitividade e o desenvolvimento sustentável das micro e pequenas empresas. O sistema implantado pela Nevoa pode ser a solução para que as MPEs possam aumentar sua possibilidade de operação”, sentencia.

“A Nevoa Networks nos proporcionou mais capacidade com o Nevoa Virtual Disk. Agora já não precisamos mais comprar um novo disco, cada vez que tivermos que aumentar o espaço de armazenamento, nem precisamos excluir ou apagar arquivos antigos do Sebrae-PB”, festeja Jailma. Ela relembra: “Isso era o que tínhamos que fazer antes do software da Nevoa, pois o espaço era insuficiente para todos nossos arquivos. Perdíamos nossa biblioteca, nossas informações antigas, mas também importantes. Por falta de espaço, tínhamos que eliminar”, completa Jailma.

“Os responsáveis pela Nevoa Networks são excelentes empresários e entendem muito de tecnologia. Isso facilita a troca de informação sobre as novas tendências tecnológicas. Encontramos excelentes parceiros de trabalho”, argumenta a gerente de TI do Sebrae-PB.

Escrita por Angely Biffi
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segunda-feira, 12 de abril de 2010

TRANSPORTE ESCOLAR OU FRETAMENTO: SAIBA QUAL É A OPÇÃO CERTA PARA VOCÊ

Transporte é coisa séria e só pode ser feito por quem tem autorização. Cada tipo de transporte possui suas regras para transportar seus passageiros de forma adequada.
Na hora de contratar um serviço de transporte escolar, os pais devem estar atentos para garantir a segurança dos filhos. Por exemplo, cuidado para não contratar transporte escolar clandestino, sujeito a ser apreendido pela fiscalização.
Geralmente as próprias escolas podem auxiliar na recomendação: algumas delas oferecem o serviço, outras indicarão uma empresa prestadora que já transporta alunos da instituição. Pedir referências a outros pais que usam os serviços também é recomendável.
É importante ter certeza de quem está oferecendo o serviço tem autorização para realizá-lo. No caso do transporte escolar, o condutor precisa ter um alvará (autorização) da Prefeitura para realizar serviço. Se não tiver, é considerado um serviço clandestino. Em relação ao transporte de alunos de cursos superiores, o serviço é feito por empresas que possuem alvará para o transporte de fretamento. Da mesma forma, a autorização é dada pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Transportes. É bom lembrar que um preço inferior à média cobrada no mercado pode significar um serviço inadequado.
No transporte por fretamento outros cuidados devem ser observados, esclarece Regina Rocha, diretora executiva da FRESP - Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo. “O veículo que faz o transporte escolar só tem autorização para o trajeto casa-escola, em pequenas distâncias. Esses condutores não podem exercer a atividade do transporte de passageiros para eventos, viagens de turismo ou para o trabalho”, adverte.

Para a diretora é necessário ficar clara a diferença entre quem faz transporte de fretamento e quem trabalha com transporte escolar. “A operação de veículos escolares no transporte de pessoas fora do trajeto casa-escola é considerada como um trabalho ilegal e clandestino. O fretamento pode ser oferecido para fazer o transporte de estudantes para faculdades, desde que contratado conforme a legislação vigente”, afirma.

Para o contratante, o serviço de fretamento significa aumento de pontualidade, qualidade, rapidez, comprometimento e comparecimento efetivo. Já para passageiro é sinônimo de conforto, higiene, comodidade, melhoria da qualidade de vida, elevação da auto-estima e agilidade, economia de tempo de deslocamento e networkting durante a viagem.

“A segurança dos passageiros é outro ponto importante a ser considerado, por isso é importante ficar atento a cada tipo de transporte e o que cada condutor pode realizar com sua habilitação e autorização”, explica Regina Rocha.

De acordo com a dirigente da FRESP, “se todas as empresas respeitarem as condições profissionais de cada categoria todos sairão ganhando, pois cada um estará exercendo a atividade que lhe é permitida por lei”, esclarece Regina Rocha.

Escrita por Angely Biffi
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quarta-feira, 7 de abril de 2010

FRETAMENTO RECEBE CADEIRA NO CONSELHO ESTADUAL DE TURISMO

Conselho Estadual de Turismo do Estado de São Paulo tem nova composição. A FRESP - Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo ganha cadeira como membro efetivo do Conselho.

Um dos últimos atos do ex-governador Serra, antes de sua saída do governo do Estado de São Paulo, foi a publicação, em 10 de abril, da norma que organiza a Secretaria de Esporte, Lazer e Turismo e Estadual. O novo Decreto Estadual 55.670/10 altera a redação do antigo de nº 51.464/07.

Pela nova redação, o secretário estadual de Esporte, Lazer e Turismo passa a ser também o presidente do Conselho Estadual de Turismo e representará o Estado de São Paulo no Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo.

Entre as 27 entidades, de caráter nacional, escolhidas para tomar parte nas decisões do Conselho, destaca-se a FRESP - Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo, que representa as transportadoras turísticas, procurando agrupar, representar, coordenar, proteger e estimular o aprimoramento das atividades de transporte turístico de passageiros por fretamento no Estado. Para Regina Rocha, diretora executiva da entidade, “Essa conquista certamente nos auxiliará a alavancar o turismo no Estado de São Paulo e poderá gerar inúmeras oportunidades de negócios para as empresas regularizadas”.

O serviço de transporte por fretamento teve início no período de industrialização, na década de 50, em São Bernardo do Campo, no Grande ABC paulista, diante da falta de oferta adequada de transporte público para as regiões industriais. O objetivo era transportar os colaboradores das grandes empresas que se instalavam na região e que operavam em período diferenciado, como o noturno ou quando o serviço de transporte público não alcançava essas regiões. Já naquela época os veículos ociosos nos finais de semana atendiam uma demanda para viagens a destinos turísticos tradicionais como Aparecida e Santos. Com o passar do tempo a demanda foi crescendo, os veículos aprimorados, as estradas ampliadas, as empresas se especializaram e assim garantiram aos passageiros um serviço de qualidade e segurança, como se vê hoje em dia.
Hoje, no Estado de São Paulo existem 15 mil veículos de fretamento e atividade gera 30 mil empregos diretos e 60 mil indiretos. O setor movimentou em 2009 cerca de R$ 2,82 bilhões. A FRESP congrega 7 sindicatos regionais, que por sua vez têm 380 empresas associadas. São eles: SETFRET - Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento de Sorocaba e Região; SINFRECAR - Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento de Campinas e Região; SINFREPASS - Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento de Ribeirão Preto; SINFRESAN - Sindicato das Empresas de Passageiros por Fretamento de Santos; SINFRET - Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de São Paulo; SINFREVALE - Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento da Região do Vale do Paraíba e TRANSFRETUR - Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros e Turismo de São Paulo.
Outra entidade convidada, mas sem direito a voto, foi a ASSOCITUR - Associação dos Transportadores de Turistas, Industriários, Colegiais e Similares do Estado de São Paulo.

Escrita por Angely Biffi
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terça-feira, 6 de abril de 2010

Desburocratização no setor público

São várias as leis que existem para a regulamentação do transporte, algumas específicas ao serviço de transporte rodoviário. Alheio à agilidade requerida pela iniciativa privada, o poder público ainda demora para resolver os problemas do setor que movimenta 140 milhões de usuários todos os anos.
Desde o início do mês, os ônibus de fretamento intermunicipais não precisarão mais passar por duas vistorias veiculares. É que a ARTESP – Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo – passou a aceitar a inspeção veicular realizada pela EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos O mesmo exemplo também foi seguido pela Prefeitura de Campinas, onde a EMDEC – Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas S/A órgão responsável pela regulamentação e fiscalização do fretamento naquele município também passou a aceitar a inspeção feita pela EMTU.Este é um exemplo de agilidade que se espera do setor público. Infelizmente, essa atitude é exceção e não regra como deveria ser em um sistema de governo democrático e moderno.
A realidade sobre a morosidade nos procedimentos, no caso dos transportes, é um aspecto que deixa muito a desejar. Para efeitos de regulamentação e fiscalização, o transporte de passageiros é tratado nas três esferas de governo:
• As prefeituras municipais cuidam do transporte urbano (dentro da cidade);
• Os governos estaduais respondem pelas linhas intermunicipais dentro de cada estado (ligando municípios de um mesmo estado);
• O governo federal zela pelo transporte interestadual e internacional de passageiros (transporte de um Estado para outro ou que transpõe fronteiras terrestres com outros países).
Porém, há um claro descompasso no timing das esferas governamentais com relação às necessidades do setor privado. Leis são propostas, no entanto, até que essa nova legislação possa ser sancionada e entrar em vigor passa-se muito tempo. Veja o caso da Lei Estadual do Fretamento, proposta pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, o projeto de lei é de 2004. Levou longos cinco anos até que fosse aprovada pelos deputados estaduais e encaminhada para a sanção do governador Serra que, por sua vez, acabou vetá-la, sob a alegação de que a matéria é de competência privativa do Governador.
A bem da verdade, toda a população deseja uma mudança na burocracia dos Poderes Judiciário, Legislativo e Executivo, mas a complexidade da máquina administrativa é tão ampla e os interesses são tantos, que o bom senso indica que sua reforma vai demorar a ser construída. Superando os entraves burocráticos, com certeza, o primeiro setor ficaria mais ágil e os segundo e terceiro setores não teriam mais tantas reclamações a respeito da forma de agir do poder público.
Hoje o serviço de fretamento é regulamentado pelo Decreto 2.521 e pela Resolução 1166/05, na esfera federal. A maioria dos estados continua sem leis próprias ao fretamento. E os municípios, em sua maioria, regulam o serviço por também por decreto. A própria capital paulista, só aprovou uma lei para o transporte por fretamento em 2009. Ainda assim, seu teor tem itens claros de inconstitucionalidade, ferindo as constituições federal e estadual e até o próprio Plano diretor daquele município. O que querem os empresários é que haja uma normatização geral do setor, com maior interação entre as três esferas de governo, para se aprovem leis claras, com requisitos únicos para autorização, ressalvados as peculiaridades operacionais de cada região de atuação.
O transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros, público ou privado, no Brasil, é um serviço essencial, responsável por uma movimentação superior a 140 milhões de usuários/ano. O serviço interestadual, em especial, é responsável por quase 95% do total dos deslocamentos realizados no País. Sua participação na economia brasileira é expressiva, assumindo um faturamento anual superior a R$ 2,5 bilhões. Só o transporte por fretamento tem perto de 5 mil empresas cadastradas na ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres – e gera milhares de empregos diretos e indiretos, sendo assim é importante que os órgãos que propõem e executam as leis, trabalhem em sintonia para trazer mais benefícios à mobilidade dos usuários. Que efetivamente esses procedimentos sejam aplicados de forma rápida e eficiente.
O mercado e as tecnologias estão mudando muito rapidamente. As leis e suas aplicações devem acompanhar a evolução dos tempos, sob pena de ficarem defasadas e inócuas. Esperamos, então, que num futuro não muito distante, haja uma real desburocratização dos três poderes para que esses funcionem de acordo com as necessidades de nosso País e com os anseios do povo.

Escrita por Angely Biffi
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terça-feira, 30 de março de 2010

Cuidados na contratação do transporte por fretamento nos feriados

O feriado da Semana Santa está chegando e, para evitar que sua viagem seja comprometida, saiba os cuidados fundamentais ao contratar o transporte por fretamento.

Em especial no mês de abril com vários feriados, iniciados pela Paixão de Cristo e Páscoa, é preciso prestar atenção no contrato de transporte para grupos de passageiros para garantir a segurança dos usuários. O alerta é da FRESP - Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo.

O feriado da Paixão de Cristo, que ocorrerá na sexta (2), e da Páscoa, no domingo, dia (4), são as datas em que os religiosos visitam os santuários e igrejas, assistem encenações públicas da crucificação e da morte de Jesus Cristo. Logo em seguida, em 21 de abril outro feriado, o de Tiradentes, é momento que muitos grupos de pessoas também viajam, em busca do conforto e da tranquilidade de cidades do Interior e do Litoral.

Devido a tantos feriados em um único mês, muitas pessoas preferem viajar em excursões, organizadas por associações de amigos e parentes ou por agências de viagens. Por isso a cautela deve ser redobrada, por conta da farta oferta de transporte clandestino nos feriados. “Com tanta procura de transporte para viagens, nesses dias, as pessoas se sujeitam, às vezes, a qualquer prestador de serviço e assim ficam à mercê de grupos que oferecem o transporte ilegal de passageiros”, reforça Regina Rocha, diretora executiva da FRESP.

O problema já é comum em todo o Brasil: as irregularidades no transporte de passageiros afligem as autoridades de vários estados brasileiros, sendo comum, durante as fiscalizações, as apreensões de veículos. O transporte irregular ou clandestino de passageiros pode ser realizado com vans, ônibus, micro-ônibus e até com os veículos destinados apenas ao transporte escolar.
Para viajar em segurança, o primeiro ponto que o interessado deve observar, antes de contratar um transporte de fretamento, é se o contratado está credenciado nas agências reguladoras para prestação do serviço. Verifique no site www.antt.gov.br, se a contratada é cadastrada na ANTT – Agência Nacional dos Transportes Terrestres (para viagens interestaduais); na EMTU – www.emtu.sp.gov.br (para viagens metropolitanas em São Paulo); e na ARTESP - www.artesp.sp.gov.br (para viagens intermunicipais fora de área metropolitana de São Paulo).
O melhor para o conforto do turista que faz opção do serviço rodoviário é optar por empresas conhecidas e idôneas, aquelas que levam qualidade, bem-estar e segurança como aspectos importantes para os passageiros que utilizam seus veículos.

Depois de checar a procedência da transportadora, é fundamental saber as condições gerais do veículo e sua documentação, se está autorizado a fazer transporte de passageiros por fretamento e se os profissionais estão devidamente treinados e credenciados. Também é necessária a autorização para a viagem, emitida pelos órgãos reguladores. É importante verificar se na autorização, os itens origem e destino coincidem com o objetivo da viagem. Esses cuidados são fundamentais para evitar que a viagem seja comprometida por má condição do veículo ou que seja interrompida por uma blitz.

Os documentos deverão estar à disposição das autoridades de trânsito em qualquer momento da viagem, contendo nome do condutor e placa do veículo. O transportador também deverá portar a Nota Fiscal emitida exclusivamente para o serviço prestado.

Quem utiliza o transporte clandestino, se sente atraído devido aos valores mais baratos, pois quem trabalha na ilegalidade não recolhe impostos devidos, nem contrata profissionais capacitados com registro em carteira. No entanto, é preciso atentar para as boas condições de infraestrutura, manutenção e qualidade dos serviços para que a viagem seja feita com segurança, tranquilidade e conforto.

O turista bem atendido irá aproveitar a viagem do inicio ao fim, sem se preocupar com problemas operacionais.

No site da FRESP (www.fresp.org.br), estão cadastradas empresas idôneas, aptas a realizar o transporte por fretamento e ainda oferecer a personalização do atendimento.

DICAS PARA UMA CONTRATAÇÃO SEGURA:
• No site da FRESP (www.fresp.org.br) ou pelo telefone: 0800-773-2060, pode-se obter informações sobre as empresas regularizadas no Estado de São Paulo
• Sempre que solicitar um serviço de fretamento, exija a autorização do órgão público regulamentador do serviço.
• Verifique no site www.antt.gov.br, se a contratada é cadastrada na ANTT – Agência Nacional dos Transportes Terrestres (para viagens interestaduais); EMTU – www.emtu.sp.gov.br (para viagens metropolitanas em São Paulo); e a ARTESP - www.artesp.sp.gov.br (para viagens intermunicipais fora de área metropolitana de São Paulo).
• O transporte clandestino não oferece nem direitos nem garantias pelo serviço contratado
• Desconfie de preços muito baixos. Nesses casos, confirme se a transportadora está devidamente regulamentada
• Não contrate empresas que terceirizem o serviço.

Escrita por Angely Biffi
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quarta-feira, 24 de março de 2010

PESQUISA IBOPE REVELA QUE 73% DOS PAULISTANOS ESTÃO INSATISFEITOS COM RESTRIÇÃO AO FRETAMENTO

Em recente pesquisa do IBOPE, 73% dos paulistanos estão totalmente insatisfeitos com as medidas de restrição aos ônibus de fretamento, promovida em julho de 2009 pela Prefeitura de São Paulo.


Pesquisa realizada pelo IBOPE mostra que a maioria da população (73%) é contrária à Zona Máxima de Restrição aos Fretados. A medida foi imposta à cidade de São Paulo, desde julho passado, pela Lei nº 14.971/2009. O estudo ainda mostra que proprietários de carros estariam dispostos a usar transporte privadoi para se livrar do problema do trânsito.

A pesquisa avaliou vários itens, mas para o paulistano, o pior item, que ficou entre os dez piores, com uma média de 4 pontos foi o transporte público. Os passageiros mostraram insatisfação com o tempo de espera, com a impontualidade do transporte, com os ônibus lotados e trajetos longos.

Em relação às soluções para diminuir o trânsito na cidade de São Paulo, os entrevistados responderam que estão insatisfeitos com as medidas apresentadas pela Prefeitura de São Paulo. Segundo eles, transporte coletivo público não tem infraestrutura para comportar todos que necessitam do serviço. Já o transporte por fretamento alivia o sufoco que diversas pessoas enfrentam em ônibus urbanos. No entanto, com a restrição criada pela Prefeitura de São Paulo, os usuários também estão deixando de lado essa opção e optando pelo automóvel particular.

Para Jorge Miguel dos Santos, diretor executivo do Transfretur, sindicato das empresas de fretamento, a adoção do carro individual ao invés do transporte coletivo de qualidade – público ou privado – faz com que a mobilidade urbana esteja cada vez mais reduzida. “O que acontece, em primeiro lugar, é o congestionamento fora do comum na cidade, em qualquer horário. Se as pessoas não possuem mais a opção do fretamento, que tira 20 carros das ruas, e também não querem usar os coletivos públicos, que operam no limite de sua capacidade e optam por usar seus veículos particulares, há uma inversão das prioridades do Plano Diretor do Município, diz.

É fácil perceber a olho nu: com mais automóveis nas ruas, o trânsito está cada vez mais caótico. “Perde-se em qualidade de vida e o conforto que desfrutavam os passageiros do serviço privado foi deixado de lado”, lamenta.

Jorge relembra que também a poluição atmosférica e a segurança ficam comprometidas: “quanto mais carros nas ruas, mais poluição do ar. A segurança no trânsito também diminui. Tudo isso gera mais desconforto e insatisfação para a população”, conclui. Com isso, revela a pesquisa IBOPE, 57% dos paulistanos têm expectativa de sair da cidade.

Escrita por Angely Biffi
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quinta-feira, 18 de março de 2010

BRASILEIRA NEVOA NETWORKS AMPLIA PARTICIPAÇÃO NA EUROPA

Fundada no Brasil em 2005, a Nevoa Networks, especializada no desenvolvimento de soluções de gerenciamento e virtualização de armazenamento. Depois de sua colaboração ao CERN, da Suíça, empresa amplia sua atuação instalando escritório e centro de pesquisa na Europa.

Desde a sua fundação, a Nevoa Networks sempre participou de inúmeros eventos e congressos fora do Brasil. Agora, a empresa consolida sua atuação no mercado europeu com a abertura de um centro de pesquisa, e um escritório comercial no Sul da França. Atraídos pela competência técnica e apelo mercadológico, os executivos europeus pretendem lançar os produtos da Nevoa Networks ainda em 2010.

À frente da unidade europeia estão três importantes estudiosos, que vieram para aprimorar os sistemas da Nevoa Networks e desenvolver seu potencial em tecnologia. O grego Pierpaolo Giacomin é mestre em Ciência da Computação, pela Universidade de Lyon (França). Trabalhou para Hitachi Data Systems (Europa). Seu trabalho é focado em transmissão de dados, redes de alta geração, transferência de grandes volumes de dados e redes autônomas. Sua pesquisa atual trata de técnicas eficientes para virtualização e provisionamento de recursos para grandes sistemas distribuídos.

O italiano Alessandro Bassi vem para Nevoa Networks, depois de seu trabalho na Hitachi Data Systems (Europa), como chefe da equipe de Sistemas Inteligentes. Ocupante de um posto-chave na comunidade de investigação da União Européia, Bassi já está formando um consórcio, organizado pela Nevoa da Europa, juntamente com líderes da indústria local, como Atos Origin e Cisco, para desenvolver mecanismos de acesso padrão aos serviços de armazenamento em nuvem.

Com vasta experiência empresarial, a tcheca Jitka Slechtova, que é graduada Universidade Internacional de Mônaco, deve trazer a filial da Nevoa na Europa, o grau de profundidade necessário aos projetos da empresa, para que esta para funcione sem problemas no ambiente da comunidade europeia.

"Foi uma enorme conquista captar tamanha experiência e perícia, como as apresentadas pelos dirigentes de nossa operação na Europa”, festeja o americano Hunter Hagewood, diretor de negócios e co-fundador da Nevoa Networks no Brasil. "Já definimos nossa estratégia de negócios para o mercado europeu e também já identificamos novas aplicações para nossa tecnologia de armazenamento”, completa Hagewood.

Especialista em armazenamento virtual

Inovadora por natureza, a Nevoa Networks é especializada em desenvolver soluções avançadas em infraestrutura de armazenamento, distribuição, transformação e gestão de dados. Sua tecnologia permite o gerenciamento dos dados, de acordo com políticas de ciclo de vida das informações armazenadas no sistema, propiciando soluções que não dependem de hardwares proprietários ou especializados.

Entre seus produtos está o Nevoa Storage System (NSS), que já é utilizado por projetos como o REDDnet - Research and Education Data Depot Network -, cujo objetivo é criar uma malha de pelo menos setecentos milhões de megabytes espalhados por doze instituições diferentes para os fins de pesquisa e educação. Essa rede é usada para transmissão de vídeo, replicação estratégica de dados e armazenamento de dados. Devido à sua parceria no projeto REDDnet, a Nevoa Networks é a única empresa privada brasileira que participa do projeto Large Hadron Collider (LHC) ou em português “Grande Colisor de Hádrons" dos laboratórios do CERN (Suíça).

Escrita por Angely Biffi
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SP Innovation Week 2026: tecnologia, comportamento e o humano no centro, meu relato do último dia do evento

Entre os dias 13 e 15 de maio, a Arena Mercado Livre Pacaembu recebeu, em parceria com a FAAP, um dos eventos mais vibrantes: o SP Innovatio...