O StudioZilla, em parceria com a agência Vollup, desenvolveu o novo website oficial do músico e apresentador Lobão. A Agência Vollup criou a linha artística e ficou a cargo do StudioZilla a parte tecnológica da página. “O site é bem dinâmico e está interligado com todas as redes sociais nas quais o Lobão está presente”, afirma Melissa Cipoloni, sócia-diretora do StudioZilla, agência de marketing digital que já criou para empresas como DRC, Paris Filmes, Caixa Econômica Federal e Embraer.
O website do roqueiro conta ainda com uma ferramenta CMS que proporciona total autonomia para o cliente efetuar alterações de conteúdo, sem depender de uma empresa especializada, por meio de uma interface simples e amigável. Outra vantagem do webSite é permitir integração das redes sociais que o Lobão participa, como o tumblr e twitter.
O site do Lobão, que acaba de entrar no ar, traz ainda a biografia do músico, fotos, vídeos e agenda.
Mais informações, acesse: www.lobao.com.br e www.studiozilla.com.br
_______________________________________________________________
Mais informações: Agência Vero Comunicação Corporativa
Angely Biffi – angely@agenciavero.com.br – (11) 3061-2263 / (11) 3062-0843
Thais Abrahão – vero@agenciavero.com.br– (11) 9900-8402 / (11) 3061-2263
Escrita por Angely Biffi
Agência Vero
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
DRC inaugura nova sala de aula voltada ao treinamento em Áudio Digital
O DRC, centro de treinamento especializado em Computação Gráfica, que já formou mais de 10 mil profissionais na área, montou uma nova sala de aula voltada ao ensino de Áudio Digital, onde os alunos vão aprender desde a gravação, passando por tratamento, sonorização e mixagem em surround 5.1, até a criação musical digital.
Com capacidade para 9 alunos, a sala conta com uma moderna estrutura, que inclui mesa de som Behringer, placas de som Edirol e M-audio, controladores midi M-audio, instalação de áudio 5.1 e computadores iMac de última geração, além de ar-condicionado e TV LCD de 52 polegadas, para melhor visualização do que o Instrutor demonstra em sua máquina. “Como apoio adicional para os cursos, em breve teremos também à disposição dos alunos microfones, monitores de referência (caixas de som profissionais) e uma bateria”, afirma Marcelo Loschiavo, sócio do DRC.
Entre os treinamentos oferecidos estão ProTools, Cubase, Logic, Reason e SoundTrack, todos com plataforma Windows e Macintosh. Um dos diferenciais DRC é a possibilidade de o aluno decidir a plataforma a ser usada em seu treinamento. Dessa forma, o instrutor pode mostrar soluções e atalhos de forma prática e dinâmica.
O DRC prepara os alunos para o mercado de trabalho, combinando o conceito do áudio universal com as principais ferramentas do mercado internacional, o que permite aplicar os conhecimentos adquiridos em produtoras de áudio, vídeo e cinema, agências de propaganda, rádio e web, ou mesmo em projetos musicais ou audiovisuais.
Além de equipamentos de última geração e as ferramentas mais modernas, o DRC também conta com Instrutores altamente qualificados e atuantes em suas respectivas áreas, permitindo passar não somente o conteúdo do treinamento, como também os segredos e experiências da área em que atua.
Sobre o DRC – Para assegurar a excelência dos cursos, o DRC oferece uma moderna estrutura voltada ao aprendizado: salas equipadas com projetores e televisores de LCD de 52 polegadas, computadores Macintosh com telas de 20 e 24 polegadas, softwares sempre atualizados e um número limitado de alunos por turma. O DRC também é centro autorizado dos principais fabricantes de software de computação gráfica como Apple, Adobe, QuarkXpress, AutoDesk e Corel, o que garante a atualização constante sobre as ferramentas e softwares mais avançados.
Mais informações: www.drc.com.br e www.espacoaluno.com.br
Escrita por Angely Biffi
Agência Vero
Com capacidade para 9 alunos, a sala conta com uma moderna estrutura, que inclui mesa de som Behringer, placas de som Edirol e M-audio, controladores midi M-audio, instalação de áudio 5.1 e computadores iMac de última geração, além de ar-condicionado e TV LCD de 52 polegadas, para melhor visualização do que o Instrutor demonstra em sua máquina. “Como apoio adicional para os cursos, em breve teremos também à disposição dos alunos microfones, monitores de referência (caixas de som profissionais) e uma bateria”, afirma Marcelo Loschiavo, sócio do DRC.
Entre os treinamentos oferecidos estão ProTools, Cubase, Logic, Reason e SoundTrack, todos com plataforma Windows e Macintosh. Um dos diferenciais DRC é a possibilidade de o aluno decidir a plataforma a ser usada em seu treinamento. Dessa forma, o instrutor pode mostrar soluções e atalhos de forma prática e dinâmica.
O DRC prepara os alunos para o mercado de trabalho, combinando o conceito do áudio universal com as principais ferramentas do mercado internacional, o que permite aplicar os conhecimentos adquiridos em produtoras de áudio, vídeo e cinema, agências de propaganda, rádio e web, ou mesmo em projetos musicais ou audiovisuais.
Além de equipamentos de última geração e as ferramentas mais modernas, o DRC também conta com Instrutores altamente qualificados e atuantes em suas respectivas áreas, permitindo passar não somente o conteúdo do treinamento, como também os segredos e experiências da área em que atua.
Sobre o DRC – Para assegurar a excelência dos cursos, o DRC oferece uma moderna estrutura voltada ao aprendizado: salas equipadas com projetores e televisores de LCD de 52 polegadas, computadores Macintosh com telas de 20 e 24 polegadas, softwares sempre atualizados e um número limitado de alunos por turma. O DRC também é centro autorizado dos principais fabricantes de software de computação gráfica como Apple, Adobe, QuarkXpress, AutoDesk e Corel, o que garante a atualização constante sobre as ferramentas e softwares mais avançados.
Mais informações: www.drc.com.br e www.espacoaluno.com.br
Escrita por Angely Biffi
Agência Vero
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Fazer do jeito certo
Para Vicky Bloch, a sustentabilidade das empresas tem de começar pela sustentabilidade das relações humanas
O crescimento e a vitalidade de qualquer companhia estão intrinsecamente ligados à sua relevância para a sociedade e à importância que ela dá para seu capital humano. Mas quais as políticas de gestão de pessoas em uma empresa sustentável? Sabe-se que já não basta apenas investir em projetos isolados voltados para meio ambiente, atualmente, é preciso associar os objetivos e os valores do negócio às questões da responsabilidade social e criar essa mentalidade em todos os colaboradores.
"A sustentabilidade das empresas tem de começar pela sustentabilidade das relações humanas", disse Vicky Bloch, sócia-diretora da Vicky Bloch Consultoria na palestra Gestão (in) sustentável de pessoas - contradições entre discurso e prática. Ela explicou que, por trás disso, está a escolha do líder, que deve ter consciência que esta ali para motivar e servir a sua equipe e, acima de tudo, para disseminar os valores e crenças da companhia aos colaboradores. "Ser líder deveria ser uma escolha pessoal de cada um, pois é um ato de cidadania", completou.
Na visão de Françoise Trapenard, vice-presidente de recursos humanos da Telefônica, a sustentabilidade está sendo pensada dentro da empresa, mas não para a empresa. "Assim, não passa de um conceito e não acrescenta nada aos profissionais", afirmou. Segundo ela, é preciso ter uma relação sustentável dentro da organização e o RH deve ser o porta-voz nessa questão. "Só assim teremos equipes felizes, que saibam transformar o estresses em um estímulo para o trabalho", disse. De acordo com Françoise, para manter o equilíbrio dentro do ambiente de trabalho é necessário que as pessoas tenham espaço para conversar e se distrair, e mantenham uma relação amigável com os demais colaboradores.
Por outro lado, o psiquiatra Paulo Gaudêncio, chamou atenção para o que acontece com o ser humano quando ele vive constantemente sobre pressão, seja em seu ambiente de trabalho, seja em sua casa. "Se de um lado, quando as pessoas estão passando por grandes dificuldades e possuem pouca habilidade, adoecem. Por outro, quando existe muita habilidade e pouca dificuldade, ficam no tédio. "É preciso que o RH encontre um ponto de equilíbrio, observe todos colaboradores e as tarefas que desenvolvem para que não aconteça nenhum dos extremos", finalizou.
Vicky concordou com Gaudêncio e acrescentou que a área de recursos humanos precisa, também, criar atividades para melhorar o clima organizacional e para motivar os funcionários. "As ações não precisam ser grandes e, sim, terem potencial", concluiu.
Escrita por Angely Biffi
Para Revista Melhor - CONARH 2010
O crescimento e a vitalidade de qualquer companhia estão intrinsecamente ligados à sua relevância para a sociedade e à importância que ela dá para seu capital humano. Mas quais as políticas de gestão de pessoas em uma empresa sustentável? Sabe-se que já não basta apenas investir em projetos isolados voltados para meio ambiente, atualmente, é preciso associar os objetivos e os valores do negócio às questões da responsabilidade social e criar essa mentalidade em todos os colaboradores.
"A sustentabilidade das empresas tem de começar pela sustentabilidade das relações humanas", disse Vicky Bloch, sócia-diretora da Vicky Bloch Consultoria na palestra Gestão (in) sustentável de pessoas - contradições entre discurso e prática. Ela explicou que, por trás disso, está a escolha do líder, que deve ter consciência que esta ali para motivar e servir a sua equipe e, acima de tudo, para disseminar os valores e crenças da companhia aos colaboradores. "Ser líder deveria ser uma escolha pessoal de cada um, pois é um ato de cidadania", completou.
Na visão de Françoise Trapenard, vice-presidente de recursos humanos da Telefônica, a sustentabilidade está sendo pensada dentro da empresa, mas não para a empresa. "Assim, não passa de um conceito e não acrescenta nada aos profissionais", afirmou. Segundo ela, é preciso ter uma relação sustentável dentro da organização e o RH deve ser o porta-voz nessa questão. "Só assim teremos equipes felizes, que saibam transformar o estresses em um estímulo para o trabalho", disse. De acordo com Françoise, para manter o equilíbrio dentro do ambiente de trabalho é necessário que as pessoas tenham espaço para conversar e se distrair, e mantenham uma relação amigável com os demais colaboradores.
Por outro lado, o psiquiatra Paulo Gaudêncio, chamou atenção para o que acontece com o ser humano quando ele vive constantemente sobre pressão, seja em seu ambiente de trabalho, seja em sua casa. "Se de um lado, quando as pessoas estão passando por grandes dificuldades e possuem pouca habilidade, adoecem. Por outro, quando existe muita habilidade e pouca dificuldade, ficam no tédio. "É preciso que o RH encontre um ponto de equilíbrio, observe todos colaboradores e as tarefas que desenvolvem para que não aconteça nenhum dos extremos", finalizou.
Vicky concordou com Gaudêncio e acrescentou que a área de recursos humanos precisa, também, criar atividades para melhorar o clima organizacional e para motivar os funcionários. "As ações não precisam ser grandes e, sim, terem potencial", concluiu.
Escrita por Angely Biffi
Para Revista Melhor - CONARH 2010
Pensar no longo prazo
Depois da crise, empresas passam a olhar com mais atenção a remuneração de seus executivos
A crise econômica deflagrada em setembro de 2008 deixou empresas e executivos de cabelo em pé. Da parte delas, a preocupação com o próprio futuro - o que levou muitas a reverem seus custos (e a promover a redução deles). Da parte dos profissionais, a expectativa era devida às possibilidades de cortes do número de funcionários (até para reduzir os custos) e o futuro dos modelos de remuneração adotados. Dos dois lados, algumas preocupações se concretizaram: as empresas tiveram de reduzir custos e, algumas, foram obrigadas a demitir. Além disso, repensam o sistema de remuneração no pós-crise. No entanto, as demissões foram praticadas depois de terem sido esgotadas todas as outras formas de diminuir os custos... "Antes, a demissão era o primeiro item da lista", disse Felipe Rabelli, diretor da Towers Watson em sua palestra, Remuneração: as lições da crise - E agora, como fica?
Ele contou que, entre as alternativas encontradas pelas empresas para manter os custos num patamar aceitável nos meses de turbulência foram diminuir as viagens desnecessárias, reduzir o orçamento de eventos e, outro fator importante, adiar a implantação de projetos que estavam dentro da agenda. Tudo para equilibrar os custos. E por falar em equilíbrio, Carlos Alberto Griner, diretor executivo da Suzano, explicou que esse é o maior desafio no que se refere à remuneração nas empresas. Ele contou que quando iniciou sua jornada na Suzano, ficou frustrado com o que viu no que dizia respeito à remuneração dos executivos, que era muito ruim. "Isso acontecia devido à alteração do grande valor da celulose. O que poderia melhorar esse desempenho? Era preciso estabelecer uma meta acertada. E como fazer isso?", comentou Carlos Alberto.
"A sugestão e, solução, que encontrei foi pegar uma parte da variável e orçar. E se essa parte fosse atingida, pagava toda a remuneração. Dessa maneira, as outras partes das metas coletivas conseguiam sobreviver por causa das metas já orçadas", disse Griner. Adriana Barreta, superintendente da Lopes, empresa de comercialização e consultoria de imóveis, concordou que a preocupação que ainda atinge várias empresas são os modelos de remuneração variável. Mais precisamente os indicadores, "o recheio". "Isso significa a particularidade de cada empresa, as metas de cada modelo; isso é o que importa realmente", disse Adriana. Ela reforçou que o um bom caminho em remuneração é o modelo de longo prazo, pois assim, garante o orçamento da empresa e diminui o risco.
O debate foi mediado por Gilberto Martelli, sênior vice-presidente de recursos humanos MARSH. Ele afirmou, depois das explanações de Rebelli, Griner e Adriana, que fazer um redesenho dos modelos de remuneração irá melhorar os índices das empresas do país. "Remuneração é a porta de entrada para qualquer pessoa dentro de uma instituição; mas o que vai levar o indivíduo a ficar na empresa são outros fatores, como o gestor, os planos de ação e o ambiente agradável para desempenhar seu trabalho."
Escrita por Angely Biffi
Para Revista Melhor - CONARH 2010
A crise econômica deflagrada em setembro de 2008 deixou empresas e executivos de cabelo em pé. Da parte delas, a preocupação com o próprio futuro - o que levou muitas a reverem seus custos (e a promover a redução deles). Da parte dos profissionais, a expectativa era devida às possibilidades de cortes do número de funcionários (até para reduzir os custos) e o futuro dos modelos de remuneração adotados. Dos dois lados, algumas preocupações se concretizaram: as empresas tiveram de reduzir custos e, algumas, foram obrigadas a demitir. Além disso, repensam o sistema de remuneração no pós-crise. No entanto, as demissões foram praticadas depois de terem sido esgotadas todas as outras formas de diminuir os custos... "Antes, a demissão era o primeiro item da lista", disse Felipe Rabelli, diretor da Towers Watson em sua palestra, Remuneração: as lições da crise - E agora, como fica?
Ele contou que, entre as alternativas encontradas pelas empresas para manter os custos num patamar aceitável nos meses de turbulência foram diminuir as viagens desnecessárias, reduzir o orçamento de eventos e, outro fator importante, adiar a implantação de projetos que estavam dentro da agenda. Tudo para equilibrar os custos. E por falar em equilíbrio, Carlos Alberto Griner, diretor executivo da Suzano, explicou que esse é o maior desafio no que se refere à remuneração nas empresas. Ele contou que quando iniciou sua jornada na Suzano, ficou frustrado com o que viu no que dizia respeito à remuneração dos executivos, que era muito ruim. "Isso acontecia devido à alteração do grande valor da celulose. O que poderia melhorar esse desempenho? Era preciso estabelecer uma meta acertada. E como fazer isso?", comentou Carlos Alberto.
"A sugestão e, solução, que encontrei foi pegar uma parte da variável e orçar. E se essa parte fosse atingida, pagava toda a remuneração. Dessa maneira, as outras partes das metas coletivas conseguiam sobreviver por causa das metas já orçadas", disse Griner. Adriana Barreta, superintendente da Lopes, empresa de comercialização e consultoria de imóveis, concordou que a preocupação que ainda atinge várias empresas são os modelos de remuneração variável. Mais precisamente os indicadores, "o recheio". "Isso significa a particularidade de cada empresa, as metas de cada modelo; isso é o que importa realmente", disse Adriana. Ela reforçou que o um bom caminho em remuneração é o modelo de longo prazo, pois assim, garante o orçamento da empresa e diminui o risco.
O debate foi mediado por Gilberto Martelli, sênior vice-presidente de recursos humanos MARSH. Ele afirmou, depois das explanações de Rebelli, Griner e Adriana, que fazer um redesenho dos modelos de remuneração irá melhorar os índices das empresas do país. "Remuneração é a porta de entrada para qualquer pessoa dentro de uma instituição; mas o que vai levar o indivíduo a ficar na empresa são outros fatores, como o gestor, os planos de ação e o ambiente agradável para desempenhar seu trabalho."
Escrita por Angely Biffi
Para Revista Melhor - CONARH 2010
Juntos, afinal
Líderes de RH e CEOs devem trabalhar em parceria para o sucesso dos negócios
Qual o novo padrão de relacionamento entre o líder de recursos humanos e o CEOs? Segundo a consultora Ellie Filler da Managing Parther da Heidrick & Struggles International, diante dos enormes desafios das organizações para esta década, essa relação vai muito além de uma simples parceria. "Os gestores de RH e os CEOs devem trabalhar cada vez mais próximos para enfrentar os novos desafios", afirmou Ellie durante a palestra O líder de RH e o CEO: muito além da parceria.
De acordo com a consultora, esse é o caminho para consolidar a sustentabilidade da empresa em meio a tantas mudanças. "Juntos, a alta administração e os RHs terão a árdua tarefa de encontrar e desenvolver talentos e lideranças numa sociedade com cada vez mais pessoas acima dos 60 anos e administrar a coexistência nas empresas das quatro gerações (tradicionalistas, baby boomers e gerações X e Y)", disse.
A executiva reforçou que o RH precisa levar em consideração que a população brasileira esta envelhecendo, mas continua ativa. "Por isso, é necessário que as companhias revejam esse fato para proporcionar a esses profissionais cursos de especializações, pois eles ficarão no mercado por mais tempo do que imaginamos", enfatizou Ellie.
Em contrapartida, continuou a consultora, temos a Geração Y que está pronta para colaborar, busca novas oportunidades, e se preocupa com a imagem da empresa e com o que ela faz para seu desenvolvimento profissional. "A área de recursos humanos precisa ser ágil e inovadora para mudar e atrair essa geração", afirmou Ellie. E para fazer isso, ela sugere que a instituição tenha sempre uma mensagem clara e uma comunicação transparente. "Porém, sem esquecer dos profissionais mais velhos, pois eles possuem ideias que podem chamar a atenção da Geração Y. É a junção das gerações que trará equipes qualificadas, dispostas e confiantes para o futuro das empresas", completou.
Escrita por Angely Biffi
Para Revista Melhor - CONARH 2010
Qual o novo padrão de relacionamento entre o líder de recursos humanos e o CEOs? Segundo a consultora Ellie Filler da Managing Parther da Heidrick & Struggles International, diante dos enormes desafios das organizações para esta década, essa relação vai muito além de uma simples parceria. "Os gestores de RH e os CEOs devem trabalhar cada vez mais próximos para enfrentar os novos desafios", afirmou Ellie durante a palestra O líder de RH e o CEO: muito além da parceria.
De acordo com a consultora, esse é o caminho para consolidar a sustentabilidade da empresa em meio a tantas mudanças. "Juntos, a alta administração e os RHs terão a árdua tarefa de encontrar e desenvolver talentos e lideranças numa sociedade com cada vez mais pessoas acima dos 60 anos e administrar a coexistência nas empresas das quatro gerações (tradicionalistas, baby boomers e gerações X e Y)", disse.
A executiva reforçou que o RH precisa levar em consideração que a população brasileira esta envelhecendo, mas continua ativa. "Por isso, é necessário que as companhias revejam esse fato para proporcionar a esses profissionais cursos de especializações, pois eles ficarão no mercado por mais tempo do que imaginamos", enfatizou Ellie.
Em contrapartida, continuou a consultora, temos a Geração Y que está pronta para colaborar, busca novas oportunidades, e se preocupa com a imagem da empresa e com o que ela faz para seu desenvolvimento profissional. "A área de recursos humanos precisa ser ágil e inovadora para mudar e atrair essa geração", afirmou Ellie. E para fazer isso, ela sugere que a instituição tenha sempre uma mensagem clara e uma comunicação transparente. "Porém, sem esquecer dos profissionais mais velhos, pois eles possuem ideias que podem chamar a atenção da Geração Y. É a junção das gerações que trará equipes qualificadas, dispostas e confiantes para o futuro das empresas", completou.
Escrita por Angely Biffi
Para Revista Melhor - CONARH 2010
Mais agilidade
MetLife lança ferramenta digital de busca
A MetLife, operadora de planos odontológicos, apresenta aos visitantes do CONARH um novo serviço de busca por dentistas. Trata-se de uma ferramenta digital que permite mais rapidez e agilidade na hora de encontrar profissionais credenciados. "O cliente que estiver na rua, sem acesso à internet, pode enviar à MetlLife um SMS gratuito - de qualquer celular ou operadora -, e receber indicações de clínicas mais próximas ao CEP indicado", explica o diretor de planos odontológicos da empresa, Octavio Antonio Filho. Segundo ele, a operadora enviará três opções de dentistas, com dados como nome, telefone e endereço.
Além disso, dia 18 às15h, a empresa oferece ao visitantes uma palestra com Barbara Howard, diretora do Instituto de Maturidade da MetLife dos Estados Unidos, sobre "Tendências globais em envelhecimento e aposentadoria".
Escrita por Angely Biffi
Para Revista Melhor - CONARH 2010
A MetLife, operadora de planos odontológicos, apresenta aos visitantes do CONARH um novo serviço de busca por dentistas. Trata-se de uma ferramenta digital que permite mais rapidez e agilidade na hora de encontrar profissionais credenciados. "O cliente que estiver na rua, sem acesso à internet, pode enviar à MetlLife um SMS gratuito - de qualquer celular ou operadora -, e receber indicações de clínicas mais próximas ao CEP indicado", explica o diretor de planos odontológicos da empresa, Octavio Antonio Filho. Segundo ele, a operadora enviará três opções de dentistas, com dados como nome, telefone e endereço.
Além disso, dia 18 às15h, a empresa oferece ao visitantes uma palestra com Barbara Howard, diretora do Instituto de Maturidade da MetLife dos Estados Unidos, sobre "Tendências globais em envelhecimento e aposentadoria".
Escrita por Angely Biffi
Para Revista Melhor - CONARH 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Eleições 2010
A partir de hoje (17.08.2010) começa o horário eleitoral político. Por isso, é importante ficar atento a todos os candidatos e suas propostas.
Segue abaixo os candidatos a Presidente do Brasil e a Governadores do Estado de São Paulo.
Para mais informações acessem o site do TSE - Tribunal Superior Eleitoral: www.tse.gov.br
Candidatos a Presidentes:
Nome do candidato Nome para urna eletrônica Número Situação Partido Coligação
DILMA VANA ROUSSEFF DILMA 13 Deferido PT PARA O BRASIL SEGUIR MUDANDO
IVAN MARTINS PINHEIRO IVAN PINHEIRO 21 Deferido PCB Sem Coligação
JOSE LEVY FIDELIX DA CRUZ LEVY FIDELIX 28 Deferido PRTB Sem Coligação
JOSÉ MARIA DE ALMEIDA ZÉ MARIA 16 Deferido PSTU Sem Coligação
JOSE MARIA EYMAEL EYMAEL 27 Deferido PSDC Sem Coligação
JOSÉ SERRA JOSÉ SERRA 45 Deferido PSDB O Brasil Pode Mais
MARIA OSMARINA MARINA DA SILVA VAZ DE LIMA MARINA SILVA 43 Deferido PV Sem Coligação
PLÍNIO SOARES DE ARRUDA SAMPAIO PLÍNIO 50 Deferido PSOL Sem Coligação
RUI COSTA PIMENTA RUI COSTA PIMENTA 29 Deferido PCO Sem Coligação
Candidatos a Governadores do Estado de São Paulo
Nome do candidato Nome para urna eletrônica Número Situação Partido Coligação
ALOIZIO MERCADANTE OLIVA ALOIZIO MERCADANTE 13 Aguardando julgamento PT UNIÃO PARA MUDAR
ANAI CAPRONI PINTO ANAI CAPRONI 29 Aguardando julgamento PCO Sem Coligação
CELSO UBIRAJARA RUSSOMANNO CELSO RUSSOMANNO 11 Aguardando julgamento PP Em Defesa do Cidadão
FABIO JOSÉ FELDMANN FABIO FELDMANN 43 Deferido PV Sem Coligação
GERALDO JOSE RODRIGUES ALCKMIN FILHO GERALDO ALCKMIN 45 Aguardando julgamento PSDB UNIDOS POR SÃO PAULO
IGOR GRABOIS OLIMPIO IGOR GRABOIS 21 Com impugnação PCB Sem Coligação
LUIZ CARLOS PRATES MANCHA 16 Com impugnação PSTU Sem Coligação
PAULO ANTONIO SKAF SKAF 40 Com impugnação PSB PRESTE ATENÇÃO SÃO PAULO
PAULO ROBERTO BUFALO PAULO BUFALO 50 Com impugnação PSOL Sem Coligação
Segue abaixo os candidatos a Presidente do Brasil e a Governadores do Estado de São Paulo.
Para mais informações acessem o site do TSE - Tribunal Superior Eleitoral: www.tse.gov.br
Candidatos a Presidentes:
Nome do candidato Nome para urna eletrônica Número Situação Partido Coligação
DILMA VANA ROUSSEFF DILMA 13 Deferido PT PARA O BRASIL SEGUIR MUDANDO
IVAN MARTINS PINHEIRO IVAN PINHEIRO 21 Deferido PCB Sem Coligação
JOSE LEVY FIDELIX DA CRUZ LEVY FIDELIX 28 Deferido PRTB Sem Coligação
JOSÉ MARIA DE ALMEIDA ZÉ MARIA 16 Deferido PSTU Sem Coligação
JOSE MARIA EYMAEL EYMAEL 27 Deferido PSDC Sem Coligação
JOSÉ SERRA JOSÉ SERRA 45 Deferido PSDB O Brasil Pode Mais
MARIA OSMARINA MARINA DA SILVA VAZ DE LIMA MARINA SILVA 43 Deferido PV Sem Coligação
PLÍNIO SOARES DE ARRUDA SAMPAIO PLÍNIO 50 Deferido PSOL Sem Coligação
RUI COSTA PIMENTA RUI COSTA PIMENTA 29 Deferido PCO Sem Coligação
Candidatos a Governadores do Estado de São Paulo
Nome do candidato Nome para urna eletrônica Número Situação Partido Coligação
ALOIZIO MERCADANTE OLIVA ALOIZIO MERCADANTE 13 Aguardando julgamento PT UNIÃO PARA MUDAR
ANAI CAPRONI PINTO ANAI CAPRONI 29 Aguardando julgamento PCO Sem Coligação
CELSO UBIRAJARA RUSSOMANNO CELSO RUSSOMANNO 11 Aguardando julgamento PP Em Defesa do Cidadão
FABIO JOSÉ FELDMANN FABIO FELDMANN 43 Deferido PV Sem Coligação
GERALDO JOSE RODRIGUES ALCKMIN FILHO GERALDO ALCKMIN 45 Aguardando julgamento PSDB UNIDOS POR SÃO PAULO
IGOR GRABOIS OLIMPIO IGOR GRABOIS 21 Com impugnação PCB Sem Coligação
LUIZ CARLOS PRATES MANCHA 16 Com impugnação PSTU Sem Coligação
PAULO ANTONIO SKAF SKAF 40 Com impugnação PSB PRESTE ATENÇÃO SÃO PAULO
PAULO ROBERTO BUFALO PAULO BUFALO 50 Com impugnação PSOL Sem Coligação
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