A Revolução Constitucionalista de 1932 foi um movimento armado ocorrido entre julho e outubro de 1932 e tinha por objetivo a derrubada do governo do presidente Getúlio Vargas. Ele havia assumido o poder em 1930.
Com um governo provisório, mas de amplos poderes, Vargas fechou o Congresso Nacional, aboliu a Constituição e depôs todos os governadores. Insatisfeita, a população iniciou protestos e manifestações, como a do dia 23 de maio, que terminou num conflito armado. A revolução então acabou eclodindo no dia 9 de julho, sob o comando dos generais Bertolo Klinger e Isidoro Dias.
O levante se estendeu até o dia 2 de outubro de 1932, quando os revolucionários perderam para as tropas do governo. Mais de 35 mil paulistas lutaram contra 100 mil soldados de Getúlio Vargas. Cerca de 890 pessoas morreram nos combates. Getúlio Vargas permaneceu no poder até 1945, mas já em 1934 era promulgada uma nova Constituição dando início a um processo de democratização. Sinal de que o sangue paulista não foi derramado em vão.
Mas para mim é uma data muito mais importante e especial, por isso, quero dedicar todo o meu carinho, amor e saudade, por meio de algumas palavras.
09 de julho...
Um feriado!
Uma data marcada,
Revolução Constitucionalista.
mas para mim é mais...
É o seu dia mamãe!
É o seu aniversário!
É o dia mais importante do mês de julho.
É o dia em que o céu vai brilhar mais forte, porque agora tem uma estrela que mora nele.
É o dia em que o inverno vai ficar mais quente,
É o dia em que as flores se abrirão,
É o dia em que os pássaros cantarão com mais alegria.
E tudo isso acontecerá, porque essa data sempre será sua.
Você sempre cativou à todos com o seu brilho,
com o seu amor.
Agora o mundo te homenageia dessa forma, para agradecer...
Agradecer a pessoa maravilhosa que você foi e sempre será.
E eu encontrei nestes versos a maneira mais simples,
mas também mais sincera de demonstrar o meu imenso amor
e a minha eterna saudade...
Sinto muita saudades suas Mamãe!
Te amo!
E se choro, não é um choro de tristeza e sim de saudade.
Te amo muito!
quinta-feira, 8 de julho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Pirituba terá estádio para a Copa de 2014
Quem diria que Pirituba entraria na história da Copa, pois é na Copa de 2014 no Brasil, Pirituba terá estádio para os jogos.
São Paulo volta a colocar o pé na Copa de 2014. Kassab acaba de avisar aos membros da Fifa que fechou o projeto e a equação financeira -incluindo as garantias bancárias necessárias- para construir novo estádio em Pirituba, segundo apurou Sonia Racy, de Johannesburgo.
A oficialização desta conquista só deve ser confirmada depois de terminada a Copa da África do Sul.
Caso o novo Piritubão emplaque, a capital paulista pode voltar a sonhar até em sediar a partida de abertura do mundial de futebol.
A ideia havia sido enterrada depois da decisão da Fifa de vetar o Morumbi.
O desenho original do Piritubão previa uma arena multiuso com capacidade para 45 mil pessoas.
Como a Fifa exige que o estádio da abertura da Copa Mundo tenha pelo menos 60 mil assentos, o modelo e o orçamento certamente já passaram por adaptações.
São Paulo volta a colocar o pé na Copa de 2014. Kassab acaba de avisar aos membros da Fifa que fechou o projeto e a equação financeira -incluindo as garantias bancárias necessárias- para construir novo estádio em Pirituba, segundo apurou Sonia Racy, de Johannesburgo.
A oficialização desta conquista só deve ser confirmada depois de terminada a Copa da África do Sul.
Caso o novo Piritubão emplaque, a capital paulista pode voltar a sonhar até em sediar a partida de abertura do mundial de futebol.
A ideia havia sido enterrada depois da decisão da Fifa de vetar o Morumbi.
O desenho original do Piritubão previa uma arena multiuso com capacidade para 45 mil pessoas.
Como a Fifa exige que o estádio da abertura da Copa Mundo tenha pelo menos 60 mil assentos, o modelo e o orçamento certamente já passaram por adaptações.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Sinais para diferenciar os sintomas de Alzheimer
Sintomas Iniciais:
- Falta de memória
- Diminuição do tempo de atenção
- Problemas com matemática simples
- Dificuldade em expressar pensamentos
- Humor inconstante, variável e imprevisível
- Menos desejo de fazer as coisas ou de conhecer pessoas
Sintomas Posteriores:
- Grande perda de memória, inclusive de lembrar dos nomes dos membros da família
- Dificuldades para se vestir e para comer
- Mudança de humor e de personalidade
- Explosões de ira, de insatisfação e de desconfiança
- Perda total de julgamento e de concentração
- Incapacidade de completar tarefas caseiras rotineiras
- Perda da habilidade de se ocupar com higiene pessoal
- Complicações variadas
O mal de Alzheimer é uma doença degenerativa que ataca o cérebro e provoca a perda das funções cognitivas, como memória, capacidade de orientação no tempo e/ou espaço e capacidade de planejamento. O problema se inicia com alterações na memória e avança progressivamente até a dependência total do paciente. De acordo com a entidade norte-americana Alzheimer s Association, mais de 5 milhões de pessoas têm Alzheimer em todo o mundo.A doença é muitas vezes negligenciada nas fases iniciais, pois é facilmente confundida com o processo normal de envelhecimento. O problema afeta, normalmente, idosos com mais de 65 anos. Nas primeiras fases, a maioria dos pacientes será capaz de realizar exercícios normalmente, mas enfrentam a dificuldade provocada pelos efeitos da depressão e perda de memória , explica a fisioterapeuta Luciane Galego Almeida, do Hospital Samaritano de São Paulo.
Apesar da doença não ter cura, alguns hábitos simples podem prevenir e retardar o avanço do problema. Segundo o neurologista do Samaritano, Dr. Getúlio Daré Rabello, existem algumas regras para combater o mal de Alzheimer. A prevenção desse mal envolve, além dos cuidados gerais para manter uma boa saúde (controle de pressão arterial , açúcar no sangue, colesterol ), a pratica de esportes, atividades intelectuais, e cuidados redobrados para evitar traumas na cabeça , afirma o especialista. Os exercícios físicos ajudam a melhorar a qualidade de vida e atenuar os efeitos do Alzheimer. Além disso, a prática de atividades aumenta a circulação sanguínea, estimulando todas as funções do organismo.
Saiba como identificar a doença
Com o avançar da idade, alterações na memória são comuns. Porém, os sintomas do Alzheimer vão além do simples esquecimento do dia-a-dia. Portadores da doença têm dificuldade para se comunicar, aprender e raciocinar. Problemas impactam o trabalho e atividades sociais e familiares. A Alzheimer Association desenvolveu um teste para ajudar a diferenciar sinais normais da idade com o mal de Alzheimer. Como a doença é difícil de diagnosticar, é fundamental que pessoas com mais de 60 anos procurem um médico para entender melhor os sintomas. O diagnóstico precoce é chave para uma melhor qualidade de vida e controle da doença.
1. Perda de memória
Esquecer informações aprendidas recentemente é um dos primeiros sintomas da doença. Não se assuste, esquecer nomes e compromissos ocasionalmente é normal. Fique atento caso a pessoa comece a esquecer as coisas com mais freqüência e fique incapaz de relembrar o assunto posteriormente.
2. Dificuldade para realizar atividades rotineiras
Portadores de Alzheimer têm dificuldade para planejar e completar tarefas do dia-a-dia, como preparar uma refeição, fazer uma ligação ou jogar um jogo. Porém, esquecer, ocasionalmente, o que você ia dizer ou o que você ia fazer é normal.
3. Esquecimentos
Pacientes com Alzheimer podem se esquecer de onde estão e de como chegaram até lá. Além disso, perder-se na própria vizinhança ou esquecer o caminho de casa são comuns lapsos comuns entre os portadores da doença.
4. Poder de julgamento e raciocínio abaixo do normal
Vestir-se de forma inapropriada, com várias camadas de roupa em dias quentes ou pouca vestimenta em dias frios. Pacientes mostram pouca capacidade de julgamento, como doar alta soma de dinheiro sem motivo específico.
5. Problemas com pensamento abstrato
Dificuldade acima do comum para realizar raciocínios mentais, como esquecer para que servem os números ou como devem ser usados, é outro sinal do problema. Porém, achar difícil decifrar ou desenvolver uma fórmula matemática é normal.
6. Errar o lugar as coisas
Pessoas com Alzheimer podem errar o lugar de coisas usuais. Por exemplo, colocar o ferro de passar no freezer é um sintoma comum da doença. Entretanto, é normal colocar as chaves do carro ou carteira em lugar estranho de vez em quando.
7. Mudanças de humor e comportamento
Rápida alternância de humor e comportamento também é um sinal de doença. Pacientes mudam de humor muito rápido e sem motivos aparentes. Podem ir de um estado calmo ao depressivo e raivoso em pouco tempo.
8. Transformações de personalidade
A personalidade de pessoas com Alzheimer pode mudar drasticamente. Podem se tornar confusos, desconfiados, medrosos ou dependentes de um membro da família. Entretanto, com o passar dos anos, é normal alguma mudança na personalidade. Fique atento se a transformação for mais severa que o usual.
9. Perda de iniciativa nas atividades
As pessoas com Alzheimer tornam-se muito passivos. Ficam, por exemplo, horas em frente a TV por horas, dormem mais que o normal e, normalmente, não têm disposição para realizar tarefas usuais.
10. Problemas com a linguagem
Esquecer palavras simples, substituir palavras comuns e usuais, dificultar a forma de falar ou escrever pode ser um sinal da doença. Por exemplo, um portador do problema não consegue encontrar a escova de dente e, ao invés de perguntar onde está minha escova de dente? , perguntaria onde está o objeto de limpar a boca?
A evolução da doença está dividida em quatro fases:
Primeira fase
Os primeiros sintomas são muitas vezes falsamente relacionados com o envelhecimento ou com o estresse. Alguns testes neuropsicológicos podem revelar muitas deficiências cognitivas até oito anos antes de se poder diagnosticar o Mal de Alzheimer por inteiro. O sintoma primário mais notável é a perda de memória a curto prazo (dificuldade em lembrar factos aprendidos recentemente); o paciente perde a capacidade de dar atenção a algo, perde a flexibilidade no pensamento e o pensamento abstrato; pode começar a perder a sua memória semântica. Nessa fase pode ainda ser notada apatia, como um sintoma bastante comum. É também notada uma certa desorientação de tempo e espaço. A pessoa não sabe em que ano está, em que mês, em que dia.
Segunda fase (demência inicial)
Uma pequena parte dos pacientes apresenta dificuldades na linguagem, com as funções principais, percepção (agnosia), ou na execução de movimentos (apraxia), mais marcantes do que a perda de memória. A memória do paciente não é afetada toda da mesma maneira. As memórias mais antigas, a memória semântica e a memória implícita (memória de como fazer as coisas) não são tão afectadas como a memória a curto prazo. Os problemas de linguagem implicam normalmente a diminuição do vocabulário e a maior dificuldade na fala, que levam a um empobrecimento geral da linguagem. Nessa fase, o paciente ainda consegue comunicar ideias básicas. O paciente pode parecer desleixado ao efetuar certas tarefas motoras simples (escrever, vestir-se, etc.), devido a dificuldades de coordenação.
Terceira fase
A degeneração progressiva dificulta a independência. A dificuldade na fala torna-se evidente devido à impossibilidade de se lembrar de vocabulário. Progressivamente, o paciente vai perdendo a capacidade de ler e de escrever e deixa de conseguir fazer as mais simples tarefas diárias. Durante essa fase, os problemas de memória pioram e o paciente pode deixar de reconhecer os seus parentes e conhecidos. A memória de longo prazo vai-se perdendo e alterações de comportamento vão-se agravando. As manifestações mais comuns são a apatia, irritabilidade e instabilidade emocional, chegando ao choro, ataques inesperados de agressividade ou resistência à caridade. Aproximadamente 30% dos pacientes desenvolvem ilusões e outros sintomas relacionados. Incontinência urinária pode aparecer.
Quarta fase (terminal)
Durante a última fase do Mal de Alzheimer, o paciente está completamente dependente das pessoas que tomam conta dele. A linguagem está agora reduzida a simples frases ou até a palavras isoladas, acabando, eventualmente, em perda da fala. Apesar da perda da linguagem verbal, os pacientes podem compreender e responder com sinais emocionais. No entanto, a agressividade ainda pode estar presente, e a apatia extrema e o cansaço são resultados bastante comuns. Os pacientes vão acabar por não conseguir desempenhar as tarefas mais simples sem ajuda. A sua massa muscular e a sua mobilidade degeneram-se a tal ponto que o paciente tem de ficar deitado numa cama; perdem a capacidade de comer sozinhos. Por fim, vem a morte, que normalmente não é causada pelo Mal de Alzheimer, mas por outro fator externo (pneumonia, por exemplo).
- Falta de memória
- Diminuição do tempo de atenção
- Problemas com matemática simples
- Dificuldade em expressar pensamentos
- Humor inconstante, variável e imprevisível
- Menos desejo de fazer as coisas ou de conhecer pessoas
Sintomas Posteriores:
- Grande perda de memória, inclusive de lembrar dos nomes dos membros da família
- Dificuldades para se vestir e para comer
- Mudança de humor e de personalidade
- Explosões de ira, de insatisfação e de desconfiança
- Perda total de julgamento e de concentração
- Incapacidade de completar tarefas caseiras rotineiras
- Perda da habilidade de se ocupar com higiene pessoal
- Complicações variadas
O mal de Alzheimer é uma doença degenerativa que ataca o cérebro e provoca a perda das funções cognitivas, como memória, capacidade de orientação no tempo e/ou espaço e capacidade de planejamento. O problema se inicia com alterações na memória e avança progressivamente até a dependência total do paciente. De acordo com a entidade norte-americana Alzheimer s Association, mais de 5 milhões de pessoas têm Alzheimer em todo o mundo.A doença é muitas vezes negligenciada nas fases iniciais, pois é facilmente confundida com o processo normal de envelhecimento. O problema afeta, normalmente, idosos com mais de 65 anos. Nas primeiras fases, a maioria dos pacientes será capaz de realizar exercícios normalmente, mas enfrentam a dificuldade provocada pelos efeitos da depressão e perda de memória , explica a fisioterapeuta Luciane Galego Almeida, do Hospital Samaritano de São Paulo.
Apesar da doença não ter cura, alguns hábitos simples podem prevenir e retardar o avanço do problema. Segundo o neurologista do Samaritano, Dr. Getúlio Daré Rabello, existem algumas regras para combater o mal de Alzheimer. A prevenção desse mal envolve, além dos cuidados gerais para manter uma boa saúde (controle de pressão arterial , açúcar no sangue, colesterol ), a pratica de esportes, atividades intelectuais, e cuidados redobrados para evitar traumas na cabeça , afirma o especialista. Os exercícios físicos ajudam a melhorar a qualidade de vida e atenuar os efeitos do Alzheimer. Além disso, a prática de atividades aumenta a circulação sanguínea, estimulando todas as funções do organismo.
Saiba como identificar a doença
Com o avançar da idade, alterações na memória são comuns. Porém, os sintomas do Alzheimer vão além do simples esquecimento do dia-a-dia. Portadores da doença têm dificuldade para se comunicar, aprender e raciocinar. Problemas impactam o trabalho e atividades sociais e familiares. A Alzheimer Association desenvolveu um teste para ajudar a diferenciar sinais normais da idade com o mal de Alzheimer. Como a doença é difícil de diagnosticar, é fundamental que pessoas com mais de 60 anos procurem um médico para entender melhor os sintomas. O diagnóstico precoce é chave para uma melhor qualidade de vida e controle da doença.
1. Perda de memória
Esquecer informações aprendidas recentemente é um dos primeiros sintomas da doença. Não se assuste, esquecer nomes e compromissos ocasionalmente é normal. Fique atento caso a pessoa comece a esquecer as coisas com mais freqüência e fique incapaz de relembrar o assunto posteriormente.
2. Dificuldade para realizar atividades rotineiras
Portadores de Alzheimer têm dificuldade para planejar e completar tarefas do dia-a-dia, como preparar uma refeição, fazer uma ligação ou jogar um jogo. Porém, esquecer, ocasionalmente, o que você ia dizer ou o que você ia fazer é normal.
3. Esquecimentos
Pacientes com Alzheimer podem se esquecer de onde estão e de como chegaram até lá. Além disso, perder-se na própria vizinhança ou esquecer o caminho de casa são comuns lapsos comuns entre os portadores da doença.
4. Poder de julgamento e raciocínio abaixo do normal
Vestir-se de forma inapropriada, com várias camadas de roupa em dias quentes ou pouca vestimenta em dias frios. Pacientes mostram pouca capacidade de julgamento, como doar alta soma de dinheiro sem motivo específico.
5. Problemas com pensamento abstrato
Dificuldade acima do comum para realizar raciocínios mentais, como esquecer para que servem os números ou como devem ser usados, é outro sinal do problema. Porém, achar difícil decifrar ou desenvolver uma fórmula matemática é normal.
6. Errar o lugar as coisas
Pessoas com Alzheimer podem errar o lugar de coisas usuais. Por exemplo, colocar o ferro de passar no freezer é um sintoma comum da doença. Entretanto, é normal colocar as chaves do carro ou carteira em lugar estranho de vez em quando.
7. Mudanças de humor e comportamento
Rápida alternância de humor e comportamento também é um sinal de doença. Pacientes mudam de humor muito rápido e sem motivos aparentes. Podem ir de um estado calmo ao depressivo e raivoso em pouco tempo.
8. Transformações de personalidade
A personalidade de pessoas com Alzheimer pode mudar drasticamente. Podem se tornar confusos, desconfiados, medrosos ou dependentes de um membro da família. Entretanto, com o passar dos anos, é normal alguma mudança na personalidade. Fique atento se a transformação for mais severa que o usual.
9. Perda de iniciativa nas atividades
As pessoas com Alzheimer tornam-se muito passivos. Ficam, por exemplo, horas em frente a TV por horas, dormem mais que o normal e, normalmente, não têm disposição para realizar tarefas usuais.
10. Problemas com a linguagem
Esquecer palavras simples, substituir palavras comuns e usuais, dificultar a forma de falar ou escrever pode ser um sinal da doença. Por exemplo, um portador do problema não consegue encontrar a escova de dente e, ao invés de perguntar onde está minha escova de dente? , perguntaria onde está o objeto de limpar a boca?
A evolução da doença está dividida em quatro fases:
Primeira fase
Os primeiros sintomas são muitas vezes falsamente relacionados com o envelhecimento ou com o estresse. Alguns testes neuropsicológicos podem revelar muitas deficiências cognitivas até oito anos antes de se poder diagnosticar o Mal de Alzheimer por inteiro. O sintoma primário mais notável é a perda de memória a curto prazo (dificuldade em lembrar factos aprendidos recentemente); o paciente perde a capacidade de dar atenção a algo, perde a flexibilidade no pensamento e o pensamento abstrato; pode começar a perder a sua memória semântica. Nessa fase pode ainda ser notada apatia, como um sintoma bastante comum. É também notada uma certa desorientação de tempo e espaço. A pessoa não sabe em que ano está, em que mês, em que dia.
Segunda fase (demência inicial)
Uma pequena parte dos pacientes apresenta dificuldades na linguagem, com as funções principais, percepção (agnosia), ou na execução de movimentos (apraxia), mais marcantes do que a perda de memória. A memória do paciente não é afetada toda da mesma maneira. As memórias mais antigas, a memória semântica e a memória implícita (memória de como fazer as coisas) não são tão afectadas como a memória a curto prazo. Os problemas de linguagem implicam normalmente a diminuição do vocabulário e a maior dificuldade na fala, que levam a um empobrecimento geral da linguagem. Nessa fase, o paciente ainda consegue comunicar ideias básicas. O paciente pode parecer desleixado ao efetuar certas tarefas motoras simples (escrever, vestir-se, etc.), devido a dificuldades de coordenação.
Terceira fase
A degeneração progressiva dificulta a independência. A dificuldade na fala torna-se evidente devido à impossibilidade de se lembrar de vocabulário. Progressivamente, o paciente vai perdendo a capacidade de ler e de escrever e deixa de conseguir fazer as mais simples tarefas diárias. Durante essa fase, os problemas de memória pioram e o paciente pode deixar de reconhecer os seus parentes e conhecidos. A memória de longo prazo vai-se perdendo e alterações de comportamento vão-se agravando. As manifestações mais comuns são a apatia, irritabilidade e instabilidade emocional, chegando ao choro, ataques inesperados de agressividade ou resistência à caridade. Aproximadamente 30% dos pacientes desenvolvem ilusões e outros sintomas relacionados. Incontinência urinária pode aparecer.
Quarta fase (terminal)
Durante a última fase do Mal de Alzheimer, o paciente está completamente dependente das pessoas que tomam conta dele. A linguagem está agora reduzida a simples frases ou até a palavras isoladas, acabando, eventualmente, em perda da fala. Apesar da perda da linguagem verbal, os pacientes podem compreender e responder com sinais emocionais. No entanto, a agressividade ainda pode estar presente, e a apatia extrema e o cansaço são resultados bastante comuns. Os pacientes vão acabar por não conseguir desempenhar as tarefas mais simples sem ajuda. A sua massa muscular e a sua mobilidade degeneram-se a tal ponto que o paciente tem de ficar deitado numa cama; perdem a capacidade de comer sozinhos. Por fim, vem a morte, que normalmente não é causada pelo Mal de Alzheimer, mas por outro fator externo (pneumonia, por exemplo).
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Mangalot - Único Quilombo Paulistano
Área em Pirituba, zona norte da capital paulista, foi o único quilombo de São Paulo e que poderá virar lenda. No caso do quilombo que teria dado origem à atual Vila Mangalot, a hipótese mais provável é que escravos em fuga ou recém-libertados de fazendas do oeste paulista tenham migrado para a região em busca de emprego.
Dona Conceição Aparecida Araújo da Silva já viu três gerações crescerem na Vila Mangalot, viu o asfalto e a luz chegarem a esse pedacinho de Pirituba. Agora, aos 67 anos, ela pode ser protagonista de uma importante revelação histórica: a descoberta de uma área remanescente de quilombo na região, o primeiro dentro da área ocupada hoje pela capital paulista.
Dona Conceição Aparecida será uma das testemunhas de uma investigação oficial aberta pela Prefeitura de São Paulo para apurar a existência de um Quilombo na Vila Mangalot no século 19. Uma evidência é a grande concentração de população negra na região, principalmente de idosos que vivem no local desde o nascimento. A existência, no século 19, da comunidade negra em Pirituba é uma surpresa para moradores da região e também para historiadores e sociólogos.
“Ainda que não haja provas, pesquisadores já apontaram a existência de pequenos quilombos na periferia da São Paulo antiga, área hoje englobada pela metrópole, principalmente no eixo que ligava a capital às plantações cafeeiras de Campinas (área que inclui Pirituba)”, diz Cecília Helena de Salles Oliveira, do Museu Paulista da USP.
Dona Conceição Aparecida Araújo da Silva já viu três gerações crescerem na Vila Mangalot, viu o asfalto e a luz chegarem a esse pedacinho de Pirituba. Agora, aos 67 anos, ela pode ser protagonista de uma importante revelação histórica: a descoberta de uma área remanescente de quilombo na região, o primeiro dentro da área ocupada hoje pela capital paulista.
Dona Conceição Aparecida será uma das testemunhas de uma investigação oficial aberta pela Prefeitura de São Paulo para apurar a existência de um Quilombo na Vila Mangalot no século 19. Uma evidência é a grande concentração de população negra na região, principalmente de idosos que vivem no local desde o nascimento. A existência, no século 19, da comunidade negra em Pirituba é uma surpresa para moradores da região e também para historiadores e sociólogos.
“Ainda que não haja provas, pesquisadores já apontaram a existência de pequenos quilombos na periferia da São Paulo antiga, área hoje englobada pela metrópole, principalmente no eixo que ligava a capital às plantações cafeeiras de Campinas (área que inclui Pirituba)”, diz Cecília Helena de Salles Oliveira, do Museu Paulista da USP.
Quer se divertir e aproveitar o ar puro? Venha para o Parque Anhanguera!
O parque Anhangüera é um parque municipal situado no extremo noroeste da capital de São Paulo, no bairro de Perus. Inaugurado em 25/07/1979, o parque Anhanguera foi originado de uma área remanescente do Sítio Santa-Fé, uma antiga fazenda de reflorestamento, adquirida pela prefeitura em 1978. É o maior parque da cidade e, juntamente com o Parque Estadual do Jaraguá, constitui o maior complexo de preservação ambiental da região urbana, estando em condições de sustentar a maior diversidade e abundância da fauna representativa do Município.
A Fauna: O parque possui preás, gambás, veados catingueiros, tatus, pacas, capivaras, cotias; quatis, cachorros do mato, ouriços, insetos, peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. A Flora: Sua flora consiste em mata nativa, eucaliptos e matas ciliares.
O parque possui uma infra-estrutura com 2 entradas; estacionamento para 200 carros; anfiteatro com 300 m2 e cobertura de sapé; 80 churrasqueiras; 20 quiosques; 2 comedouros de pássaros de madeira; heliporto; 20 bebedouros; 25 lixeiras; 374 bancos; 67 mesas; 1 sanitário.
Lazer: 2 campos de futebol; ciclovia de 2.500 metros; 3 playgrounds; 3 tanques de areia. Serviços: Casa da Terceira Idade, com capacidade para 40 pessoas; Unidade Veterinária; viveiro de animais; viveiro de mudas.
Freqüência de Usuários: Segunda a sexta-feira:100 / Sábados:2.000 / Domingos e feriados:2.400
Endereço: Avenida Fortunata Tadiello Natucci, 1.000 Km 24,5 da Via Anhanguera - Perus -
CEP: 05204-000 - Tel. (0xx11) 3917-2406
Horário de Funcionamento: das 7h às 19h
Situado na área de atuação da Administração Regional Perus
A Fauna: O parque possui preás, gambás, veados catingueiros, tatus, pacas, capivaras, cotias; quatis, cachorros do mato, ouriços, insetos, peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. A Flora: Sua flora consiste em mata nativa, eucaliptos e matas ciliares.
O parque possui uma infra-estrutura com 2 entradas; estacionamento para 200 carros; anfiteatro com 300 m2 e cobertura de sapé; 80 churrasqueiras; 20 quiosques; 2 comedouros de pássaros de madeira; heliporto; 20 bebedouros; 25 lixeiras; 374 bancos; 67 mesas; 1 sanitário.
Lazer: 2 campos de futebol; ciclovia de 2.500 metros; 3 playgrounds; 3 tanques de areia. Serviços: Casa da Terceira Idade, com capacidade para 40 pessoas; Unidade Veterinária; viveiro de animais; viveiro de mudas.
Freqüência de Usuários: Segunda a sexta-feira:100 / Sábados:2.000 / Domingos e feriados:2.400
Endereço: Avenida Fortunata Tadiello Natucci, 1.000 Km 24,5 da Via Anhanguera - Perus -
CEP: 05204-000 - Tel. (0xx11) 3917-2406
Horário de Funcionamento: das 7h às 19h
Situado na área de atuação da Administração Regional Perus
Vila Jaguará um bairro tipicamente residencial
Jaguará significa "onça pintada"; vem também de Barão de Jaguará, apelido do político influente dos tempos do Império e pai do loteador. A Vila Jaguará é um bairro da cidade brasileira de São Paulo, fundado em 1923.
Na sua composição étnica, aproximadamente 23% possuem origens negras ou indígenas, 50% são mestiços entre índios, brancos e negros, 25% brancos de origem portuguesa, espanhola ou italiana, 1% de origem eslava (russos e polacos) e 1% orientais. Neste bairro se localiza a escola de samba Prova de Fogo.
A Vila Jaguará foi um bairro tipicamente residencial até meados dos anos 90, quando um grande número de microempresas e pequenos comércios se instalaram na região. Neste bairro predomina-se a classe média. O bairro se localiza em um ponto estratégico, com interligação a diversos outros bairros da região e acesso às rodovias marginais.
Um grande acontecimento foi à fundação da Sociedade Amigos da Vila Jaguará (SAVIJA). Ela conseguiu inúmeras melhorias para a Vila e promovia festividades, principalmente as comemorativas pelo aniversário do bairro.
Um bom exemplo do aspecto interiorano da Vila Jaguará é a farmácia de Hélio Gottardo. O farmacêutico está no bairro desde 1954, quando montou seu estabelecimento. Durante muito tempo, foi uma espécie de médico do bairro e atendeu a quase todos seus moradores. Ainda hoje, muitos de seus antigos fregueses vão ao médico e fazem uma segunda “consulta” com ele, “para saber se o médico está certo”.
Na sua composição étnica, aproximadamente 23% possuem origens negras ou indígenas, 50% são mestiços entre índios, brancos e negros, 25% brancos de origem portuguesa, espanhola ou italiana, 1% de origem eslava (russos e polacos) e 1% orientais. Neste bairro se localiza a escola de samba Prova de Fogo.
A Vila Jaguará foi um bairro tipicamente residencial até meados dos anos 90, quando um grande número de microempresas e pequenos comércios se instalaram na região. Neste bairro predomina-se a classe média. O bairro se localiza em um ponto estratégico, com interligação a diversos outros bairros da região e acesso às rodovias marginais.
Um grande acontecimento foi à fundação da Sociedade Amigos da Vila Jaguará (SAVIJA). Ela conseguiu inúmeras melhorias para a Vila e promovia festividades, principalmente as comemorativas pelo aniversário do bairro.
Um bom exemplo do aspecto interiorano da Vila Jaguará é a farmácia de Hélio Gottardo. O farmacêutico está no bairro desde 1954, quando montou seu estabelecimento. Durante muito tempo, foi uma espécie de médico do bairro e atendeu a quase todos seus moradores. Ainda hoje, muitos de seus antigos fregueses vão ao médico e fazem uma segunda “consulta” com ele, “para saber se o médico está certo”.
Brasilândia ou Vila Brasilândia, entenda um pouco dessa região
O nome Brasilândia vem de Companhia Brasilândia, de José Munhoz Bonilha. Brasilândia, também chamado de Vila Brasilândia, é um bairro da Noroeste de São Paulo, pertencente ao distrito de Brasilândia. Está rodeado pelos bairros da Vila Penteado, Jardim Guarani, entre outros. A Brasilândia é famosa por ser o berço da escola de samba Rosas de Ouro, atualmente na Freguesia do Ó.
O dia oficial de aniversário da Vila Brasilândia é 24 de janeiro de 1947, data em que a foi registrado em Cartório o loteamento Brasilândia, uma transação entre a família Simões e o loteador José Munhoz Bonilha.
O loteamento teve sucesso imediato, já que, na década de 40, o prefeito Prestes Maia, vinha revolucionando o Centro de São Paulo, desapropriando velhos casarões e cortiços para ampliar as avenidas São João, Ipiranga, Duque de Caxias, entre outras.
As famílias saídas dali foram, em parte, para a Vila Brasilândia, motivadas pelos baixos preços dos lotes e por ganharem parte das telhas e dos tijolos. Antes de 1947, só havia no local, casas remanescentes de sítios e chácaras e alguns moradores do loteamento Itaberaba, que é da década de 30, mas que só conseguiu sucesso com a chegada do loteamento Vila Brasilândia.
O dia oficial de aniversário da Vila Brasilândia é 24 de janeiro de 1947, data em que a foi registrado em Cartório o loteamento Brasilândia, uma transação entre a família Simões e o loteador José Munhoz Bonilha.
O loteamento teve sucesso imediato, já que, na década de 40, o prefeito Prestes Maia, vinha revolucionando o Centro de São Paulo, desapropriando velhos casarões e cortiços para ampliar as avenidas São João, Ipiranga, Duque de Caxias, entre outras.
As famílias saídas dali foram, em parte, para a Vila Brasilândia, motivadas pelos baixos preços dos lotes e por ganharem parte das telhas e dos tijolos. Antes de 1947, só havia no local, casas remanescentes de sítios e chácaras e alguns moradores do loteamento Itaberaba, que é da década de 30, mas que só conseguiu sucesso com a chegada do loteamento Vila Brasilândia.
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