segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Como se comunicar na Web seguindo os passos do media training

Redes Sociais, um novo jeito de se comunicar. O media training oferece a lideres, comunicadores a prática das boas maneiras na web.
Desde 1990, temos observado uma grande mudança comportamental na sociedade mundial e o principal fator é a internet. Podemos dizer que as redes sociais foram às ferramentas que deram um “Boom” na internet, elas conseguiram transformar o comportamento de muitas pessoas, principalmente da famosa “Geração Y”, uma geração disposta, que faz muitas atividades simultaneamente, é exigente e participativa.

Essas novas redes permitiram um novo jeito de se comunicar, pessoas conversam simultaneamente sobre diversos assuntos, trocam ideias, expõem gostos e opiniões, divulgam e geram o seu próprio conteúdo. Por causa, desta ferramenta tão livre de censuras, é que devemos ficar atentos como nos pronunciamos, se estamos nos comunicando de maneira adequada, com diplomacia, sem causar constrangimento a ninguém.

Uma pesquisa divulgada mostra que mais de 80% dos brasileiros conectados participam de alguma rede social. Sendo assim, é impossível deixar de adotar mídias e redes sociais dentro das empresas, pois esse mecanismo valoriza e promove a inteligência coletiva, estimula os colaboradores e a pró-atividade, revelando novos talentos e mostrando que a empresa esta antenada com a tecnologia e busca inovar.

Na internet, as redes sociais se difundiram, portanto, lideres e colaboradores das empresas, além de seguirem regras de conduta em suas empresas, deverão seguir também tais regras nos meios virtuais, além disso, devem estar prontos para responder em nome da empresa. Os empresários já perceberam que a web é o ambiente mais sensível à manutenção da reputação.

Se você quer começar a planejar o comportamento mais adequado para atuar nesse universo, sem se prejudicar, ou prejudicar sua empresa e colegas de trabalho, seguem algumas recomendações:

·         Redes sociais podem ser úteis para solidificar a reputação de uma marca ou empresa;
·         Todo uso que se faz de uma rede social causa consequências nos resultados obtidos ou inalcançados;
·         Estar na rede não basta. É preciso ser indispensável e insubstituível para seu público, o que só se consegue com conteúdos estratégicos e qualificados.

O último item aponta para o “x” da questão. Não basta mergulhar em universos digitais sem um mínimo de preparo e estratégica. Se você não se apresenta no ciberespaço como alguém que agrega valor à vida dos demais usuários, você será apenas mais um na rede. E está certo que nenhuma empresa pode se dar ao luxo de ser apenas mais uma no mercado. Até mesmo na web.

Um especialista em web foi claro e direto ao especificar que na internet não há espaço para diversão se o objetivo é colher resultados. “As empresas vivem no mundo em que não se pode errar. O universo virtual também faz parte desse mundo”.

Escrita por Angely Biffi
NA Comunicação

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Professora Rosa Trombeta esclarece dúvidas sobre E- learning na rádio Jovem Pan

A Professora Maria Rosa Trombeta, coordenadora e gestora de curso da Fipecafi aborda o assunto E-learning para os ouvintes da rádio Jovem Pan.

Você sabe o que é E-learning? É um modo de educação à distância que utiliza novas tecnologias para ensinar o conteúdo ao aluno. A forma de aprendizagem é uma boa alternativa para quem deseja adquirir novos conhecimentos, mas dispõe de pouco tempo.
No Brasil a educação a distância é um modelo antigo de aprendizagem, é conhecida desde o século XIX. Entretanto, somente nas últimas décadas passou a fazer parte das atenções pedagógicas. Ela surgiu da necessidade do preparo profissional e cultural de milhões de pessoas que, por vários motivos, não podiam frequentar um estabelecimento de ensino presencial, e evoluiu com as tecnologias disponíveis em cada momento histórico, as quais influenciam o ambiente educativo e a sociedade.
A educação a distância passou por três gerações, três processos de adaptações, conforme os avanços e recursos tecnológicos e de comunicação de cada época.
Primeira geração: Ensino por correspondência, caracterizada pelo material impresso.  Segunda geração: Teleducação/Telecursos, com o recurso aos programas radiofônicos e televisivos, aulas expositivas, fitas de vídeo e material impresso. Terceira geração: Ambientes interativos, com a eliminação do tempo fixo para o acesso à educação, a comunicação é assíncrona em tempos diferentes e as informações são armazenadas e acessadas em tempos diferentes sem perder a interatividade. As inovações da Web possibilitaram avanços na educação a distância. Hoje os meios disponíveis são: teleconferência, chat, fóruns de discussão, correio eletrônico, blogs, plataformas de ambientes virtuais que possibilitam interação entre alunos e tutores.
A professora Rosa salienta os cuidados básicos que são necessários para escolher onde estudar no mundo virtual: é necessário verificar a tradição da instituição, olhar o conteúdo oferecido, programa pedagógico e os professores que irão ministrar as aulas, além disso, é importante saber a estratégica de ensino, como são aplicadas as aulas.
“A internet beneficia o estudo, temos acesso a diversos conteúdos e cada um se programa no seu melhor tempo para se dedicar ao estudo que deseja”, explica Rosa.
Outro ponto abordado durante a entrevista foi à aceitação dos cursos E-learning no mercado de trabalho. “As empresas incentivam este tipo de educação, é uma tendência, principalmente porque poupa o deslocamento, ninguém precisa se preocupar com horário de saída e chegada, poupa o tempo”, afirma a coordenadora e gestora de curso da Fipecafi.
Outra vantagem exposta pela professora é a questão da homogeneização da educação, pois pessoas de diversas partes do mundo estão assistindo a mesma aula, com o mesmo objetivo e qualidade.
Uma dúvida freqüente ainda dentro do mercado de trabalho é se as instituições que aplicam curso a distância, são reconhecidas da mesma maneira que as instituições que oferecem curso presencial. “Se o curso for feito em uma boa instituição, tanto faz ser presencial, ou virtual, o valor será igual. A diferença é que no estudo a distância o aluno tem que ser mais participativo, precisa ser mais ativo, e as empresas buscam estes profissionais atualmente”, comenta Rosa.
Uma dica que a professora menciona para quem deseja fazer o E-learning é aproveitar suas férias para aprimorar seus conhecimentos acadêmicos, pois é importante conciliar o lazer com cursos profissionalizantes, além disso, este é um período onde as pessoas estão descansadas, por isso o aprendizado fica mais fácil, mais prazeroso.
Rosa Trombeta finaliza a entrevista destacando alguns fatores que levam as pessoas a fazer um curso à distância: disponibilidade, dinamismo e tempo sobrando, mas sem exigir deslocamento.



Entrevista da professora Maria Rosa Trombetta na JP online:


Escrita por Angely Biffi
NA Comunicação

Inovação Digital: User Experience, Inteligência Artificial e Gamificação

  Recentemente eu fiz um curso onde abordava esses três temas: User Experience, Inteligência Artificial e Gamificação. Achei muito interessa...